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'Não soube fazer, eu faço', disse travesti após matar mulher

A jovem foi morta com golpes de canivete. O crime ocorreu no meio da rua, na manhã do sábado e visto por moradores do bairro Educandos 19/04/2015 às 21:38
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Travesti limpa as mãos sujas de sangue após o crime. Ele está desaparecido
acritica.com Manaus (AM)

ASSISTA O VÍDEO

A frieza do travesti que matou Larissa Benevides, de 22 anos, com golpes de canivete na manhã do sábado (19) foi registrada em vídeo instantes após o crime, enquanto a jovem agonizava antes de morrer. "Não soube fazer, eu faço", disse o travesti, com ironia, depois de furar Larissa.

O vídeo começou a circular nas redes sociais ainda no sábado. O crime ocorreu na rua São Francisco, bairro de Educandos, na Zona Sul. Enquanto o travesti, identificado como Bruno, atacava a jovem, populares assistiam a cena e gritavam para que ele parasse.

O crime

De acordo com policiais militares da 2ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o fato ocorreu por volta das 10h30. Antes de matar Larissa,o travesti já havia ferido uma mulher identificada como Vilma, com um golpe de estilete no rosto. Larissa e Vilma tinham passado a noite bebendo em um bar próximo ao local do crime, denominado como “Bar do Agnaldo”. Por volta das 9h, Vilma e Bruno se desentenderam e ele a feriu com um golpe na bochecha.

Socorro

A mulher foi socorrida por populares e levada para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do bairro Colônia Oliveira Machado, Zona Sul. Por volta das 10h30 quando Larissa já estava indo para casa quando foi surpreendida por Bruno, que a atacou e lhe desferiu vários golpes, uma deles no pescoço, que provocou a sua morte.

Suspeito

O travesti fugiu enquanto a vítima ficou agonizando no asfalto. Moradores do local acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a vítima não resistiu aos ferimentos.

Moradores do local disseram que o travesti é perigoso e que passa a maior parte do tempo se drogando. “Ele vive na rua bebendo cachaça e usando droga e quando está drogado costuma atacar as pessoas”, disse um comerciante da área que não revelou o nome.