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Nível de emprego no Amazonas apresenta retração mínima em fevereiro

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos dois primeiros meses do corrente ano houve acréscimo de 469 postos (+0,10%) 20/03/2013 às 15:50
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Caged aponta redução no número de empregos inferior a 1%
acritica.com Manaus

Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged), em fevereiro de 2013 o nível de emprego no Amazonas manteve-se praticamente estável ao apresentar uma redução de 28 empregos celetistas, equivalentes à retração de 0,01% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Os setores de atividade responsáveis por este desempenho foram os Serviços (+475 postos), a Construção Civil (+412 postos) e o Comércio (+112 postos), cujos saldos mais que superaram a queda do emprego registrada no SIUP (- 721 postos) e na Indústria de Transformação (-295 postos).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos dois primeiros meses do corrente ano houve acréscimo de 469 postos (+0,10%). Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses verificou-se crescimento de 2,20% no nível de emprego ou +9.727 postos de trabalho.

Brasil

O mercado de trabalho brasileiro gerou em fevereiro 123.446 postos formais de trabalho, um aumento de 0,31% em relação ao estoque do mês anterior. Esse crescimento é resultado da geração de 1.777.411 admissões contra 1.650.965 desligamentos ocorridos no mês. Segundo avaliação técnica, esse resultado, comparativamente aos obtidos nos últimos meses, apresenta-se mais próximo da média.
 
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, essa expansão pode indicar uma reação do mercado de trabalho, acenando para um cenário positivo no ano. “Mas ainda é cedo para fazermos especulações”, disse.
 
No acumulado do ano o emprego cresceu 0,43%, um acréscimo de 170.612 novos postos de trabalho, sendo que nos últimos 12 meses esse patamar alcançou 1.116.340 novas vagas, uma expansão de 2,89% no número d empregos celetista no país.
 
A maior geração foi verificada no setor de serviços com 82.061 (+0,51%), acompanhada da indústria, com 33.466 (+41%) e construção civil que gerou 15.636 ((+0,50). Em termos geográficos a expansão foi verificada em praticamente todas as regiões, com destaque para o sudeste com criação de 66.177 empregos (+0,76) e Sul mais 48.116 novas vagas (0,67%). A única exceção foi a região Nordeste, com queda de 15.881 postos de trabalho (-0,25) por conta da sazonalidade do setor sucroalcooleiro no período. Nas nove áreas metropolitanas o crescimento registrado foi de 0,29%, um acréscimo de 46.869 vagas formais.
 
O crescimento do emprego foi verificado em 16 estados brasileiros, com destaque para o estado de São Paulo, gerador de 47.769 postos de trabalho (+38%), Rio Grande do Sul, com 17.087 (+0,65) e Paraná com 15.857 vagas (+0,65%). Na região Norte, a expansão mais significativa foi verificada no estado de Roraima, que teve o melhor desempenho do período, gerando 368 postos, um crescimento percentual de +0,78%. Influenciados pela sazonalidade do setor sucroalcooleiro, 8 estados do Nordeste apresentaram queda de emprego. Houve queda também em Tocantins e Acre e no sudeste, apenas o Espírito Santo perdeu postos de trabalho.

Com informações da assessoria.