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Manaus
Impasse salários

Nova versão para reajuste de salários na CMM

Ex-presidente da CMM, vereador Isaac Tayah (PSD) afirma que o reajuste de salários para prefeito, vice e secretários não foi feito à revelia de Artur Neto 07/01/2013 às 09:44
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No dia 19 de dezembro de 2012, vereadores aprovaram projetos de reajuste do próprio salário e do salário pago ao prefeito, vice, e aos secretários
Kleiton Renzo Manaus

Os projetos de lei aprovados em 19 de dezembro do ano passado, que aumentaram os salários dos vereadores em 38,7% (de R$ 9,2 mil para R$ 15 mil), e do prefeito e vice-prefeito em 21,5% (de R$ 19 mil para R$ 24,2 mil e R$ 17 mil para R$ 23 mil, respectivamente), “não foram feitos à revelia do prefeito Artur Neto (PSDB).

Quem diz isso é o vereador Isaac Tayah (PSD). “Ele foi consultado se poderíamos fazer ou não esse aumento. E ele (prefeito) me colocou que se fosse constitucional não teria problema nenhum. Eu fiz do jeito que foi solicitado”, revelou Tayah.

Ele disse, ainda, que a articulação  passou pelo então “líder do prefeito eleito”, Luiz Alberto Carijó (PDT). “Não foi nada sem avisar. Tanto que quem defendeu esse projeto foi o líder dele, o Carijó. Ele tinha líder na Câmara, aprovamos um projeto da base e ele não concorda? Será que faltou entendimento das pessoas que administram?”, alfineta Tayah.

Extraordinária

Nesta quarta-feira, a Câmara Municipal de Manaus (CMM), em sessão extraordinária, apreciará o projeto de reforma administrativa enviado pelo Executivo e revogará, a pedido de Artur Neto, os projetos de lei que resultaram em aumento do salário do prefeito, do vice e dos secretários.

Alijado do processo eleitoral para a presidência da CMM, pela expressiva influência do prefeito na disputa que elegeu o tucano Bosco Saraiva, o vereador Isaac Tayah entende que não cabe sessão extraordinária para rever essa questão.

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