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Número de empregos cresce no Amazonas em outubro

O aumento justifica-se pelo crescimento do emprego principalmente nos setores de Comércio (mais 413 postos), da Indústria de Transformação (mais 358 postos) e da Construção Civil (mais 355 postos) 23/11/2012 às 19:55
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O gráfico mostra o aumento e a queda no número de empregos nos últimos anos no Amazonas
acritica.com Manaus

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que em outubro de 2012 foram criados 1.549 empregos celetistas, 0,35% a mais que o estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

O aumento justifica-se pelo crescimento do emprego principalmente nos setores de Comércio (mais 413 postos), da Indústria de Transformação (mais 358 postos) e da Construção Civil (mais 355 postos).

Nos primeiros dez meses do corrente ano, na série ajustada, houve acréscimo de 15.398 postos (mais 3,53%). Ainda na série com ajustes, verificou-se crescimento de 2,64% no nível de emprego ou +11.639 postos de trabalho. A comparação dos dados foi feita com números do mês anterior.

Brasil

O Brasil criou 66.988 empregos com carteira assinada no mês de outubro, alta de 0,17% em relação ao estoque do mês anterior, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (23), em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O resultado de outubro – proveniente de 1.710.580 admissões e de 1.643.592 desligamentos – mantém a tendência de expansão do emprego, ainda que em ritmo menor de crescimento.No ano, o Caged acumulou 1.688.845 postos de trabalho, alta de 4,46% e, em doze meses, o aumento foi de 1.358.216 vínculos formais, representando elevação de 3,55%.Três setores de atividade econômica apresentaram expansão do emprego em outubro: Comércio, com 49.597 postos (+0,58%); Serviços, com 32.724 postos (+0,21%) e Indústria de Transformação, com geração de 17.520 empregos (+0,21%).

Os setores que apresentaram desempenhos negativos foram: Agricultura, com retração de 20.153 postos (-1,21%, devido à presença de fatores sazonais negativos); Construção Civil, com redução de 8.290 postos (-0,27%), decorrente, em parte, de términos de contratos e de condições climáticas; Administração Pública, com perdas de 3.521 postos (-0,42%); Serviços Industriais de Utilidade Pública, com 597 postos a menos (-0,15%); e Extrativa Mineral, com declínio de 292 postos (-0,13%).

Regiões

Quatro das cinco Grandes Regiões apresentaram desempenho positivo, dentre elas: Sul, com a abertura de 26.819 postos (+0,38%); Sudeste, com 25.301 postos (+0,12%); Nordeste, 13.747 postos (+0,22%) e Norte, onde foram abertas 1.590 vagas (+0,09%). A exceção ficou por conta da região Centro-Oeste, com a perda de 469 postos (-0,02%), registrando relativa estabilidade

.Por Unidade da Federação, 18 obtiveram expansão do emprego, com duas delas registrando saldos recordes para o período e uma com o segundo melhor desempenho.

Os destaques positivos foram: São Paulo, 21.067 postos (+0,17%); Rio Grande do Sul, 11.194 vagas (+0,43%); Santa Catarina, 8.969 empregos (+0,47%); Rio de Janeiro, 6.864 postos (+0,19%); e Paraná, com 6.656 vagas (+0,26%). Os recordes para o mês foram verificados no Mato Grosso, com 1.048 postos (+0,17%) e em Roraima, com a abertura de 404 vagas (+0,90%), a maior taxa de crescimento entre os estados da região Norte.

Em Minas Gerais houve retração de 5.039 postos (-0,12%) devido à redução do emprego na Agricultura (15.307 postos); na Bahia, verificou-se queda de 4.886 postos (-0,29%), em razão do declínio na Agricultura (-2.097 postos) e na Indústria de Transformação (-1.974 postos); e, em Goiás, foi registrada retração de 1.671 postos (-0,15%), em função do decréscimo ocorrido na Indústria de Transformação (-2.542 postos).