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Polícia Federal do Amazonas vai ouvir funcionários do ISAM nos próximos 30 dias

O Instituto do Sono do Amazonas (Isam) está sendo investigado por participar de um esquema de  desvios de verba do Sistema Único de Saúde (SUS), dando um rombo de R$ 1,5 milhão nos cofres públicos. A PF tem 60 dias para colher depoimentos e periciar computadores 09/03/2012 às 18:41
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A operação investiga um esquema de desvios no SUS
Marlen Lima Manaus

Para esses próximos 60 dias, a Operação Insônia, da Polícia Federal (PF) vai se concentrar em ouvir os depoimentos dos funcionários do Instituto do Sono do Amazonas (Isam), localizado no edifício Palácio do Comércio, no Centro de Manaus, que está sendo alvo de investigação por desvio de dinheiro público.

Ainda para esses primeiros dois meses de investigação, a perícia da PF já estará fazendo uma “varredura” nos três computadores apreendidos na Operação Insônia, onde foram presos, nesta sexta-feira, 09, três pessoas: o proprietário do Isam, Roosevelt Melo; sua filha, Núbia Melo, além de uma senhora de nome Maria. A PF não revelou ainda o nome completo desta terceira pessoa.

O Instituto do Sono do Amazonas (Isam) está sendo investigado por participar de um esquema de  desvios de verba do Sistema Único de Saúde (SUS), dando um rombo de R$ 1,5 milhão nos cofres públicos, referentes aos desvios mensais realizados pela clínica.  

Segundo a PF, o esquema consistia na falsificação de guias de exames médicos, a partir de nomes fictícios, para o recebimento de auxilio doença.