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Prefeito Artur Neto garante aumento ‘zero’ na tarifa de ônibus

De acordo com o prefeito de Manaus, a Procuradoria Geral do Municipio (PGM) entrou com uma petição no Tribunal Regional do Trabalho pedindo para que a multa pelo descumprimento da determinação judicial passe para R$ 1 milhão por dia 09/07/2015 às 18:00
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Rodoviários festejam paralisação total e descumprimento de decisão judicial
Jornal a A Crítica ---

Uma greve total do sistema de transportes deu um prejuízo aproximado de 25% no faturamento do comércio, cancelou provas e aulas em escolas e universidades e ainda atrasou procedimentos em hospitais de Manaus. E ainda desrespeitou decisão do Tribunal Regional do Trabalho.

A greve surpreendeu os manauenses e, conforme o diretor-presidente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, prejudicou 400 mil pessoas diretamente.O prefeito Artur Neto (PSDB) esteve na sede do TRT para conversar com o presidente do órgão e afirmou que a tarifa de ônibus de Manaus não será reajustada em 2014.

Segundo o prefeito, os empresários recebem bastante subsidios e não tem necessidade de reajustar a tarifa. Ainda segundo ele, com a atual economia do País é impossível dar um reajuste salarial de 20% para os rodoviários. “Esse valor precisa ser negociado, mas nem os empresários nem os rodoviários podem brincar com a população”, declarou Artur, classificando a greve como um ato político que tem como único objetivo prejudicar a cidade.

De acordo com Arthur Neto, a Procuradoria Geral do Municipio (PGM) entrou com uma petição na Justiça do Trabalho pedindo para que a multa pelo descumprimento da determinação judicial passe de R$ 100 mil para R$ 1 milhão por dia, além disso pede o retorno imediato ao trabalho e declare a greve ilegal.

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), desembargador David Melo, informou que irá decidir o que pode ser feito para a população não ser mais prejudicada.

O presidente do sindicato dos rodoviários, Givancir Oliveira informou que a greve não irá terminar enquanto não houver uma decisão favorável aos trabalhadores. “Não fomos convocados para uma conversa, mas se eles disserem que irão aceitar a proposta de reajuste de 20% tenho certeza que os trabalhadores voltam ao trabalho, menos que isso não dá”, disse Givancir Oliveira, sem comentar a posição de Artur.