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Prefeito em exercício classifica situação de famílias da 'Matinha' como alarmante

Massami Miki visitou o bairro Presidente Vargas, conhecido como Matinha, na Zona Sul de Manaus, e orientou moradores de áreas de risco. Ele pedirá ao Estado, assim que retornar à Câmara Municipal, celeridade nas obras do Prosamim naquela área 19/11/2012 às 18:31
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Massami Miki visita Matinha
Ana Carolina Barbosa Manaus

O prefeito em exercício Massami Miki (PSL) encaminhará, na próxima quarta-feira (21/11), à coordenação do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), um pedido de aceleração das obras que ocorrem no Beco São Domingos, localizado no bairro Presidente Vargas (Matinha), na bacia do São Raimundo, Zona Sul da capital. Em visita ao local, nesta segunda-feira (19/11), ele classificou a situação como “alarmante”.

Massami retorna à função de vereador na quarta-feira e fará o pedido após presenciar in loco 15 casas em situação de risco na área, algumas delas ainda ocupadas por famílias. “Farei um apelo para que o Estado acelere as obras e a retirada das pessoas da área”.

A visita contou com o apoio de uma equipe da Defesa Civil do município e teve como objetivo orientar os moradores sobre o risco de residir no local. Massami explicou que orientou os moradores a procurarem casas de parentes, já que não podem continuar nos barracos sob risco iminente de desabamento e nem demoli-los. Caso contrário, correm o risco de não receberem indenização. “Não dá para construir no local e nem demolir, pois estão (inscritos) no Prosamim aguardando e esperam ser ressarcidos”.


“Há casas que já estão tombando e ainda tem gente dentro. Qualquer ventania vai derrubar a casa com morador dentro porque são casas com quase sete metros de palafita, instaladas uma ao lado da outra e o vento compromete todas elas”, completou o prefeito em exercício.

Muito embora a Defesa Civil estivesse presente na situação, Massami ressaltou que a equipe não pôde fazer nada, uma vez que o Estado já atua na área. Massami explicou que parte das famílias que ocupava aquela área já foi retirada pelo Estado e indenizada.