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Prefeitura de Manaus contesta número de vítimas afogadas na Ponta Negra

Por meio de uma nota a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) contesta que o número de mortes na Ponta Negra tenha aumentado após a entrega da praia perene, ocorrida no mês de junho 11/09/2012 às 18:21
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Constantes afogamentos na praia da Ponta Negra podem resultar na interdição do balneário
acritica.com Manaus

O número de mortes no balneário da Ponta Negra, localizado na Zona Oeste de Manaus foram contestados pela prefeitura. Por meio de uma nota a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) contesta que o número de mortes na Ponta Negra tenha aumentado após a entrega da praia perene, ocorrida no mês de junho.

Com base nos dados oficiais divulgados pelo Corpo de Bombeiros, a Semcom chama a atenção para o fato de que no período em que a praia estava interditada foram registradas 208 mortes por afogamento na capital, sendo 78 em 2010, 85 em 2011 e 45 de janeiro a junho deste ano.

Ainda segundo os números dos Bombeiros, em 2009, o total de mortes também chegou a 78, num período em que a quantidade de frequentadores na Ponta Negra não passava de 500 banhistas, ou seja, um percentual de 15% do total de visitantes. A partir da abertura da praia perene, a média de banhistas é de 15 mil por final de semana com o registro, de junho a setembro, de nove mortes.

Outra observação feita pela Semcom é a de que a grande maioria dos afogamentos tem ocorrido no período noturno, em que não há visibilidade e nem a presença da equipe de salva-vidas do Corpo de Bombeiros, que trabalha das 7h às 18h. A maior parte das vítimas também, como já foi constatado, entrou na água após ter ingerido grande quantidade de álcool.

A Prefeitura de Manaus informa ainda que está se empenhando, com o envolvimento de todas as secretarias e órgãos municipais que atuam na área, na busca de soluções que possam tornar a área mais segura, proporcionando tranquilidade às pessoas que buscam a Ponta Negra como principal opção de lazer.