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Prefeitura de Manaus estuda reforma de terminais de ônibus

Além da reforma, os terminais da Constantino Nery/Centro (T1) e Cachoeirinha (T2) deverão ser extintos, segundo o prefeito de Manaus Artur Virgílio. 04/01/2013 às 21:15
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O terminal de Integração de Ônibus da Cidade Nova T3 deverá receber reforma
acritica.com Manaus (AM)

Reforma nos banheiros, pintura, consertos na iluminação, entre outros ajustes serão realizados pela Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) nos
terminais da Cidade Nova (T3), Jorge Teixeira (T4) e São José (T5). A notícia foi dada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, nesta sexta-feira
(4), durante o acompanhamento da ação tapa-buracos realizada no Terminal 3, localizado Avenida Noel Nuteles, Zona Norte.

Ainda de acordo com o prefeito, os terminais da Constantino Nery/Centro (T1) e Cachoeirinha (T2) deverão ser extintos. “Só manterei aquilo que funciona e os dois primeiros terminais estão esgotados”, destacou. Não existe um prazo definido para que o T1 e T2 sejam eliminados do sistema, mas a Prefeitura pretende concluir o projeto para o novo modelo do transporte coletivo de Manaus, que inclui mudanças nos corredores de ônibus, ainda no final do primeiro ano de mandato.

Ao lado do vice-prefeito e secretário de Infraestrutura Hissa Abrahão, Arthur foi recebido com muito entusiasmo pelos usuários do transporte coletivo. “É assim que eu gosto de ver o nosso prefeito, andando nas ruas e vendo de perto o que povo precisa”, disse a gari Francinete Costa, 57.

“O secretário de Infraestrutura fez um plano emergencial para esse período de chuvas com medidas paliativas que visem melhorar o trânsito nas
principais vias da cidade, mas tão logo a natureza dê uma trégua, iniciaremos as interdições definitivas”, frisou Arthur.

Quanto ao problema de descolamento de asfalto ocorrido no Terminal 3, o subsecretário de Serviços Básicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Alessandro Cohen, esclareceu que o problema se deve ao fato da estrutura do piso dos corredores dos ônibus estar  abaixo do nível da caixa de esgotamento. As águas empoçadas mais o tráfego de veículos pesados fazem com que o asfalto enfraqueça e  acabe se soltando. “Corrigimos temporariamente o problema para evitar transtornos aos usuários, mas, ao fim do plano emergencial, a meta é  fazer a elevação de todo piso, deixando-o nivelado ao sistema drenagem das águas da chuva”, concluiu.

Tapa-buracos até maio

Segundo o secretário de Infraestrutura, 60 toneladas de asfalto estão sendo usadas por dia em toda operação tapa-buracos, que deve continuar  até o final do mês de maio, quando se encerram o período de chuvas. “A recomendação da Prefeitura é que assim que começar o verão, a  Seminf inicie as obras de solução definitiva, como o recapeamento das vias”, destacou Hissa Abrahão.

Ainda de acordo com o secretário, além do Terminal 3, os bairros da Cidade de Deus e Monte Sião receberam as equipes de tapa-buracos nesta  sexta-feira. “As prioridades são as verdadeiras crateras que causam barreiras no trânsito de veículos”, pontuou.