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Prefeitura diz que pesquisa Firjan não reflete a realidade de Manaus

Segundo a Semcom, a Prefeitura de Manaus investiu na melhoria dos sistemas de saúde, de educação – oportunizando o acesso ao ensino superior, com bolsas de estudos de 100%, 75% e 50%-, de transporte, de trânsito e todos os outros setores para atender a sociedade 04/12/2012 às 18:53
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Nota encaminhada pela Prefeitura de Manaus contesta dados de pesquisa Firjan
acritica.com Manaus

A Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) encaminhou nota na qual afirma que a pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), na última segunda-feira (3/12), a qual coloca Manaus como a cidade menos desenvolvida entre as capitais brasileiras, “não reflete a realidade da cidade”, uma vez que os dados analisados são de 2010, período em que foram executados objetivando reordenar os recursos públicos e a infraestrutura da cidade, “principalmente no tocante à recuperação de vias”. O estudo da federação considerou a evolução nos seguintes quesitos: Emprego & Renda, educação e saúde.

Segundo a Semcom, a Prefeitura de Manaus investiu na melhoria dos sistemas de saúde, de educação – oportunizando o acesso ao ensino superior, com bolsas de estudos de 100%, 75% e 50%-, de transporte, de trânsito e todos os outros setores para atender a sociedade.

“Vale ressaltar avanços como o fim do turno da fome, a ampliação das Unidades Básicas de Saúde da Família, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), as Carretas de Saúde (da Mulher, Odontológica, de exames laboratoriais), a construção de complexos viários”, entre outros.

Além disso, informa a secretaria, o IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento) analisa emprego e renda (salários médios, geração e estoque dos empregos formais), educação (taxa de matrícula infantil, abandono, distorção idade-série, entre outros) e saúde (número de consultas pré-natal, óbitos por causa mal definidas e óbitos infantis evitáveis).

Todos esses setores registraram avanços nos dois últimos anos (2011/2012), como resultado dos investimentos citados anteriormente. Com relação à geração de emprego e renda, há que considerar a realização de concursos públicos geral, pela Prefeitura, e também em áreas específicas como saúde, educação, trânsito, esportes, planejamento urbano, entre outras.

“A preocupação com a geração de renda também ficou patente com a criação do Banco da Gente que, desde 2009, liberou cerca de R$ 14 milhões em operações de crédito, beneficiando três mil microempreendedores que puderam, com recursos financiados as juros baixos, diferenciados, investir na ampliação de seus negócios, dando oportunidade a outras pessoas”, conclui.