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Manaus
BRITÂNICA

Presos por envolvimento em latrocínio de britânica desembarcam em Manaus

Após a chegada, todos os quatro suspeitos foram encaminhados para o 12° Distrito Integrado de Polícia (DIP) 21/09/2017 às 17:21 - Atualizado em 21/09/2017 às 18:12
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Fotos: Divulgação/Polícia Civil
Rafael Seixas e Tiago Melo Manaus (AM)

Os quatro suspeitos de participar do assassinato da esportista britânica Emma Kelty, de 43 anos, desembarcaram em Manaus na tarde desta quinta-feira (21), por volta das 16h05, no Aeroclube do Amazonas, no bairro Flores, na Zona Centro-Sul da cidade. São eles Arthur Gomes da Silva, o “Beira”; Erinei Ferreira da Silva o “Alfinete”;  Jardel Pinheiro Gomes, o “Kael”, 19; e um adolescente de 17 anos. O outro suspeito, Evanilson Gomes da Costa, o “Baia”, 29, morreu em um hospital em Coari após troca de tiros com um grupo rival.

Após a chegada, os três maiores foram encaminhados para o 12° Distrito Integrado de Polícia (DIP), que fica em frente ao Aeroclube. O adolescente foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Apuração de Atos Infracionais (Deaai), na Zona Centro-Oeste. 

Segundo informações da Polícia Civil, nenhuma informação sobre o depoimento deles serão repassadas à imprensa até a coletiva marcada para esta sexta-feira (22). O local de apresentação do quarteto ainda não foi informado. Após a finalização dos procedimentos cabíveis, “Beira”, “Alfinete” e “Kael” serão encaminhados para uma unidade prisional da capital. 

Os suspeitos foram levados para Manaus depois de uma determinação dada em plantão pelo juiz Fábio Lopes Alfaia, no dia 19 de setembro, em decisão judicial publicada pela Comarca de Coari.

A assessoria do Tribunal de Justiça do Amazonas informou que o pedido para o encaminhamento dos suspeitos à capital foi feito pela autoridade policial de Coari.


Adolescente chega na sede da Deaai (Foto: Gilson Mello)

Em seu parecer, o juiz Fábio Lopes informou que embora tenham o direito constitucional de ficarem próximos aos seus familiares, existe o interesse público de zelar pela integridade física dos presos provisórios e de obstar que sua presença seja um fator de desabilitação do cotidiano de segurança pública da comunidade. Por isso, determinou que os suspeitos fiquem em um sistema prisional adequado pelo prazo máximo de 360 dias ou enquanto perdurar o procedimento de instrução processual, onde estão reunidas as condições necessárias para a “inibição da sua persistência vida delituosa”.