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Professor é preso em Manaus após ser flagrado fazendo sexo com adolescente no banheiro de shopping

Segundo o soldado Charney Reis da 9º Companhia Interativa Comunitária (Cicom), um segurança do local foi quem flagrou o ato. O segurança do shopping contou à polícia que ao utilizar um dos boxes do banheiro percebeu barulhos estranhos vindos da cabine ao lado 06/12/2012 às 16:20
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João Batista Gomes foi preso em flagrante, indiciado por estupro de vulnerável e será encaminhado à cadeia pública Raimundo Vidal Pessoa
Joelma Muniz e Thiago Monteiro Manaus

O professor e pedagogo João Batista Gomes, 45, foi preso as 11h30 desta quinta-feira (6) após ser flagrado realizando sexo oral em um adolescente de 15 anos dentro do banheiro masculino do Uai Shopping Manaus, localizado na Avenida Cosme Ferreira, zona Leste de Manaus.

Segundo o soldado Charney Reis, da 9ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), um segurança do local foi quem flagrou o ato. O funcionário do local contou à polícia que ao utilizar um dos box do banheiro percebeu barulhos estranhos vindos da cabine ao lado. Ao olhar pela fresta da porta visualizou o pedagogo fazendo sexo oral no jovem.

No momento seguinte ele e outros funcionários detiveram o homem até a chegada da autoridade policial. Em depoimento à delegada Linda Gláucia, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), o educador afirmou que o sexo foi consentido e negou ter estuprado o menino.

Ao dar sua versão dos fatos, o adolescente contou que estava no local esperando a mãe para comprar as roupas que usaria nas festas de fim de ano. Ele disse que estava urinando quando o homem entrou no banheiro, o observou e, por fim, o agarrou e o levou para um box do banheiro.

O menino negou que tenha concordado com o ato e falou ter ficado nervoso com a situação. Inicialmente, a polícia informou que o pedagogo responderia por estupro de vulnerável.

À tarde, a polícia decidiu liberar o professor e disse que ele responderá por "constrangimento ilegal" já que, para a polícia, não houve ameaça nem violência. 

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Não houve ameaça

Delegada diz que vaiinvestigar, mas abrir inquérito por constrangimento ilegal

Não houve ameaça, nãohouve violência. Menor não esboçou reação