Publicidade
Manaus
Manaus

Professores da rede pública municipal e estadual fazem manifestação, em Manaus

Reajuste salarial, fim do assédio moral e plano de saúde estão entre as reinvidicações solicitadas por professores, reunidos na Praça da Polícia, Centro 18/03/2014 às 14:02
Show 1
Professores em reunião na Praça da Polícia, no Centro de Manaus
Ennas Barreto Manaus (AM)

Atendendo a manifestação nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, professores da Secretaria Municipal de Manaus (Semed) e Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (Seduc) estão reunidos nesta terça-feira (18), na Praça da Polícia, Centro de Manaus, para solicitar reivindicações como reajuste salarial de 20%, auxílio-transporte, auxílio-alimentação, plano de saúde, aprovação do Plano Cargo e Carreira e Remuneração (PCCR) e o fim do assédio moral dentro das instituições de ensino.

De acordo com o professor Gevaldo da Silva, a orientação da federação é que o movimento seja realizado em todo País, nos dias 17, 18 e 19, porém, somente nesta terça resolveram ir às ruas. “De imediato, exigimos que a Prefeitura encaminhe nosso documento com as solicitações à Câmara Municipal de Manaus e que seja aprovado o quanto antes", disse.

Segundo a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom), a manifestação se trata muito mais do âmbito estadual do que municipal e acrescentou que nenhum documento foi encaminhado oficialmente à Prefeitura. Eles continuarão monitorando o trânsito e as escolas, para ver se as aulas continuariam normais, ao longo do dia. 

Ainda de acordo com a Semcom, apenas três escolas municipais da capital amazonense registraram uma pequena baixa na presença de professores.

Já a Seduc informou que está organizando uma agenda de reuniões com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), onde serão discutidas as propostas de melhoria para a categoria. Quanto aos prejuízos no caledário escolar, devido a manifestação desta terça-feira (18), dez escolas públicas estaduais na capital tiveram as aulas parcialmente interrompidas no período da manhã.       

Na ausência de um posicionamento do Poder Público, o movimento continuará quarta-feira (19).

Greve dos técnicos da Ufam

Na manhã da última segunda-feira (17), os técnicos-administrativos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) deflagraram greve, por meio de uma Assembleia Geral realizada no Auditório Paulo Paulo Burhein, no setor Sul do Campus Universitário.

Segundo a Coordenadora Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado (Sintesam), Crizolda Araújo, nesta terça será feito um movimento com carro-som em frente à Reitoria da Universidade, com o objetivo de mobilizar a categoria, divulgando os motivos da greve.

Os trabalhadores reivindicam o aprimoramento da carreira, com piso inicial de três salários mínimos e step de 5% (com base no acúmulo histórico da categoria); ascensão funcional; reconhecimento dos cursos de mestrado e doutorado realizados fora do país; aproveitamento de disciplinas de pós-graduação para pleitear progressão por capacitação profissional; e turnos contínuos com jornada de trabalho de 30 horas semanais, sem redução salarial, com intuito de manter a universidade funcionando nos períodos da manhã, tarde e noite.


*Com informações da assessoria da Seduc