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‘Projovem Urbano’ inicia atividades com 2,8 mil alunos inscritos no Amazonas

O programa é aplicado, com a participação do Governo do Estado, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em dez municípios amazonenses 10/07/2012 às 23:49
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Em Manacapuru, 600 estudantes estão inscritos no 'Projovem Urbano'
acritica.com manaus

Com a finalidade de proporcionar formação integral aos jovens por meio da formação básica, qualificação profissional e participação cidadão, o Programa Nacional d Inclusão de Jovens (Projovem Urbano) no Amazonas iniciou esta semana com 2,8 mil alunos.

O programa é aplicado, com a participação do Governo do Estado, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), nos municípios de Autazes, Benjamin Constant, Coari, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Maués, Tabatinga e Tefé.

De acordo com a representante da Seduc e coordenadora regional do programa, professora Ruth Poinho, após a etapa de inscrição e planejamento, as aulas foram iniciadas nesta semana. “Por conta dos prejuízos ocasionados pela cheia, as aulas, que anteriormente estavam previstas para serem iniciadas em junho, foram iniciadas somente nesta semana. No entanto, o período de prorrogação foi determinante para planejarmos com mais rigor nosso plano de trabalho e também para uma maior mobilização do público interessado”, explicou a coordenadora.

Conforme os objetivos do Ministério da Educação (MEC), o programa é destinado aos jovens com idade entre 18 a 29 anos que saibam ler e escrever, mas que por algum motivo, não tiveram a oportunidade de concluir o ensino fundamental. Aplicado em todo o território nacional, o ‘Projovem Urbano’ objetiva a elevação da escolaridade, a qualificação profissional e o desenvolvimento de ações comunitárias como o exercício da cidadania, oportunizando aos jovens a conclusão do ensino fundamental e o ingresso no Ensino médio.

O programa, conforme explica seus coordenadores, tem carga horária de duas mil horas (1.440 presenciais e 560 não presenciais), que devem ser cumpridas ao longo de 18 meses letivos (72 semanas). Como forma de incentivo, cada aluno recebe um benefício de R$ 100 mensais, desde que tenha 75% de frequência nas aulas e corresponda às atividades programadas. As aulas são realizadas no período noturno em escolas das redes públicas municipais.

Uma das novidades do programa para este ano, é disponibilização de “salas de acolhimento”, onde as mães estudantes poderão deixar seus filhos durante o horário das aulas. Nestas salas, haverá uma profissional previamente capacitada para cuidar das crianças com idade entre 0 a 8 anos de idade. 

Conforme Ruth Poinho, o programa exerce um importante serviço social, elevando a escolaridade de centenas de pessoas anualmente e oferecendo a elas, novas perspectivas de vida.  “O programa presta um grande serviço, sobretudo para famílias de baixa renda. Com a conclusão do ensino fundamental, as pessoas que dele participam recebem a motivação para dar continuidade à sua formação e também a ingressar com maior preparo no mercado de trabalho”, apontou a coordenadora.