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Provocações marcam o último debate

Em 50 minutos, divididos em três blocos, os candidatos discutiram várias propostas, entre elas esgoto, porto, idosos e lei de responsabilidade fiscal. 27/10/2012 às 10:41
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Candidatos a prefeitura de Manaus se enfrantam durante último debate
acritica.com Manaus (AM)

Há apenas dois dias da eleição, os prefeituráveis Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Artur Virgilio Neto (PSDB) se enfrentaram pela última vez, no debate realizado, nesta sexta-feira (26), pela Rede Amazônica. Em 50 minutos, divididos em três blocos, os candidatos discutiram várias propostas, entre elas esgoto, porto, idosos e lei de responsabilidade fiscal, mas as provocações não ficaram de fora.

Mais uma vez foi discutido o apoio do atual prefeito Amazonino Mendes, aos prefeituráveis, em uma pergunta sobre proposta para idosos. Grazziotin, novamente, afirmou que tal apoio refere-se ao candidato do PSDB. “Mais uma vez quer jogar o apoio nos meus ombros”, declarou a candidata. Já Artur, respondeu dizendo que existem “candidatos que insistem em vestir uma capa de esquerda”.

Outro ponto de discussão foram projetos para a área portuária de Manaus, que até então não haviam sido pouco discutido. Artur propôs medidas para “virar a cidade de frente para o rio”. Vanessa não satisfeita com a resposta relembrou que o porto foi privatizado há mais de 10 anos. E que agora “a família Di Carli está devolvendo ao governo federal”, e lembrou que a família em questão é apoiadora da candidatura de Artur.

O terceiro bloco foi composto de quatro rodadas de perguntas. Entre elas o Mindu, indígenas e a Santa Casa de Misericórdia. Esta última foi originada de uma pergunta de Vanessa Grazziotin sobre a absorção da proposta de Serafim Corrêa, que  apoiou o candidato tucano no segundo turno.  “Com muita honra que aceitei propostas deles (apoiadores), juntadas com a minhas propostas, tornaram a candidatura mais densa”, declarou Artur.

Vanessa atacou dizendo que “Quando teve a oportunidade de ajudar a Santa Casa não fez. Fez uma emenda parlamentar a Santa Casa de São Paulo de 100 mil reais”.  “Não vou dar confiança. Isso não merece direito de resposta. Já está em um estado de perturbação”, declarou.