Publicidade
Manaus
Cotidiano, Saúde Pública, Dengue, LIRAa, Semsa

Quarto LIRAa 2012 monitora áreas com maior presença do mosquito da dengue, em Manaus

Levantamento amostral deverá inspecionar mais de 27 mil imóveis ditribuídos por várias zonas da cidade 01/10/2012 às 14:52
Show 1
Agente de saúde inspeciona área externa de imóvel, durante realização de LIRA-a
acritica.com Manaus

Executado trimestralmente pela Prefeitura de Manaus para orientar as ações de controle da dengue na capital, permitindo que sejam priorizadas as áreas onde há maior infestação do mosquito transmissor da doença, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) iniciou, nesta segunda-feira (1º), o quarto Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2012.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, o levantamento amostral deverá inspecionar 27.195 imóveis, distribuídos por todas as zonas da cidade.

Para a realização das atividades do quarto LIRAa do ano, a Semsa destacou 248 agentes de endemias e supervisores. O trabalho deve se estender até o próximo dia 15.

Além de apontar as áreas da cidade com maior índice de infestação do mosquito da dengue, o levantamento também permite identificar os principais tipos de criadouros que estão favorecendo a proliferação do Aedes aegypti.

Na Zona Leste de Manaus, as atividades do LIRAa estão sendo iniciadas pelos bairros do Mauazinho (Vila da Felicidade), Colônia Antônio Aleixo e Armando Mendes. Na Zona Norte, começam pelo Cidade de Deus, Cidade Nova (conjunto Manôa) e Novo Aleixo.

O bairro Tarumã (incluindo o Tarumã-Açu) será o primeiro da Zona Oeste; na Zona Centro-Oeste, o trabalho começa pelo bairro da Paz. Na Zona Centro-Sul, por Flores, Aleixo, Nossa Senhora das Graças e Parque 10. Na Zona Sul, pelo bairro do Japiim.

No primeiro LIRAa do ano, realizado entre 9 e 20 de janeiro, o  índice de infestação pelo mosquito da dengue, na capital amazonense, estava em 3,4%. Em abril, quando foi realizado o segundo levantamento, o indicador baixou para 2,7%. Em julho, nova redução, para 2%.

Pelos parâmetros do Ministério da Saúde, os resultados apurados representam médio risco para casos da doença, patamar que vai de 1% a 3,8%.