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‘Quem não deve, não teme’, diz o empresário Waldery Areosa

Segundo a publicação, o empresário afirma não estar refugiado e explica os motivos de ainda estar nos Estados Unidos. Ele confirma ainda que solicitou à Justiça acesso a um inquérito no qual supostamente seu nome era alvo de investigação 25/11/2012 às 17:46
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Empresário Waldery Areosa
Leandro Tapajós Manaus

 “Quem não deve, não teme”. Essa afirmação consta em nota divulgada à imprensa neste domingo (25) pelo empresário Waldery Areosa Ferreira. Às vésperas da Operação Estocolmo – que investiga uma suposta rede de exploração sexual infanto-juvenil e foi deflagrada na manhã da última sexta-feira (23), em Manaus –,  ele pediu à Justiça, acesso a inquérito policial aberto pela Delegacia Especializada em Proteção e à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

O empresário justificou sua ausência da capital amazonense, onde possui empreendimentos no ramo da educação e turismo. Por meio de nota, Ferreira disse que reside nos Estados Unidos e que há pouco mais de dois meses ganhou a segunda filha com a atual esposa. O retorno ao Brasil depende da liberação de documentos da criança e do diagnóstico de outra filha, que passa por tratamento de saúde no país.

Acesso antecipado

Antes da Operação Estocolmo ser deflagrada, Waldery pediu acesso a um inquérito policial aberto pela Delegacia Especializada em Proteção e à Criança e ao Adolescente (DEPCA) no qual é supostamente alvo de investigação.

“Chegaram até mim, há algum tempo, rumores de que havia uma investigação em curso envolvendo meu nome. Quis saber, conforme assegura a Constituição de meu País, do que poderia ser acusado. Indaguei, por meus advogados, à autoridade policial envolvida. O direito me foi negado. Recorri à Justiça, que avaliou exaustivamente essa questão, a ponto de elaborar uma Súmula Vinculante  sobre o tema, e obtive  guarida em meu pedido de acesso às informações do inquérito. Jamais esperei que fosse julgado e condenado, pelo simples fato de ter pedido informações sobre meu nome. Informações que aliás, até agora não obtive”, afirma.      

As investigações sobre a suposta rede, que foi alvo da operação Estocolmo, correm em segredo de Justiça.