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'Queremos evitar erros de boa-fé, porque os erros de má-fé podem ser cortados', diz Artur Neto em visita ao TCE-AM

A afirmação foi feita pelo prefeito eleito Artur Neto (PSDB) durante visita ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), onde o tucano participou de uma reunião com o presidente do órgão, Érico Desterro e conselheiros 31/10/2012 às 15:19
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Artur quer aperfeiçoar o mecanismo de controle interno, com apoio do TCE-AM
acritica.com Manaus (AM)

O prefeito eleito Arthur Neto (PSDB) pretende melhorar o controle interno da Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) para evitar problemas em sua gestão. A afirmação foi feita em visita ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), onde o tucano participou de uma reunião com o presidente do órgão, Érico Desterro e conselheiros.

“A comunicação da nossa gestão com o tribunal será aperfeiçoada. Quero manter os canais desobstruídos com esta corte, que respeito muito, para que possamos ter uma administração tranquila, sobre os aspectos da legalidade e da legitimidade dos atos. Tudo na absoluta transparência”, comentou Arthur Neto.

Segundo Artur, a ideia é aperfeiçoar o mecanismo de controle interno, com apoio do TCE-AM, de modo que a proximidade com o tribunal exerça um efeito pedagógico em todos os servidores da próxima gestão.

“Queremos evitar erros de boa-fé, porque os erros de má-fé podem ser cortados imediatamente. Com o TCE orientando e articulando a nossa controladoria interna, teremos uma caminhada tranquila sem erros com o dinheiro público, sem ter a administração maculada”, afirmou o prefeito, ao revelar que a parceria será estendida com os Ministérios Públicos do Estado e Federal.

Parceria

Érico Desterro, destacou que a visita do político demonstra o respeito que ele tem pela instituição. “É a primeira vez que um político, após ser eleito, visita o Tribunal, que é um órgão extremante importante para democracia porque é o responsável pelo controle das diversas administrações públicas no que diz respeito do uso do dinheiro público”, ressaltou, ao avaliar que Prefeitura de Manaus não possui uma controladoria interna eficiente.

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