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Rafael Souza fala para a TV A Crítica

Ele concedeu entrevista para a TV A Crítica 01/06/2012 às 08:20
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Raphael aguarda o júri popular e faz revelações sobre o crime organizado
Jornl A Crítica Manaus

Após três anos preso, acusado de integrar uma suposta organização criminosa acusada de tráfico e homicídios, e a menos de um mês de ser levado a júri popular, Raphael Souza falou, com exclusividade, à TV A Crítica.

Pela primeira vez durante os três anos em que cumpre pena no regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), pelo crime de associação para o tráfico, Raphael Wallace Souza, filho do ex-deputado estadual falecido, Wallace Souza, concedeu uma entrevista à uma rede de televisão.

A entrevista exclusiva, feita pela repórter Fabíola Gadelha e pelo cinegrafista Pedro Bala, no pátio do Compaj, será exibida nesta sexta-feira (1), durante a programação do “Alô Amazonas”, que começa às 12h15.

No próximo dia 28, Raphael será levado a júri popular pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), por envolvimento no assassinado do suposto traficante de droga Cleomir Bernardino, o “Caçula”.

Durante a reportagem, Raphael relatou sua rotina dentro do presídio, fez revelações sobre as denúncias de envolvimento em uma organização criminosa supostamente comandada por seu pai, falou sobre passado, futuro e sobre a expectativa para o dia do julgamento.

Outros acusados

Além de Raphael, o ex-soldado da Polícia Militar, Moacir Jorge Pessoa da Costa, o “Moa”, e o motorista Mário Rubens, o “Mário Pequeno”, também serão levados a júri popular pela morte de Caçula, no mesmo dia.

Raphael cumpre pena no regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado no km 8, da BR-174 (Manaus-Boa Vista), pelo crime de associação para o tráfico. Moa está preso na penitenciária federal de Porto Velho, onde cumpre pena por associação para o tráfico e por homicídio do traficante Edilberto Souza do Carmo, o “Edi”, ocorrido em 18 de abril de 2003. Por este crime, ele foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado.

Segundo investigações feitas pela polícia, Moa e Raphael foram os autores dos disparos que mataram Caçula, enquanto Mário Pequeno serviu de motorista para a dupla. O ex-deputado Wallace Souza, também era um dos réus do processo, mas após a morte dele, a Justiça decretou a extinção de culpa. O crime de Caçula foi presenciado por várias pessoas que reconheceram Raphael e Moa como os homens que atiraram em Caçula.