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Ramal voltado para ligar cidade a matadores frigoríficos está abandonado

A estrada está cheia de buracos, os ônibus são poucos e em péssimo estado, o sistema de iluminação pública é falho, além de não existir nem posto médico, nem policial 06/10/2012 às 10:07
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Assim como os outros moradores do ramal do Brasileirinho, a doméstica Vânia Castro precisa caminhar seis quilômetros para que os filhos possam ir à escola
Nelson Brilhante Manaus, AM

Não bastasse ser um dos locais preferidos para “desova” de bandidos, o ramal do Brasileirinho, na Zona Leste, virou símbolo de sofrimento para seus moradores.

A estrada está cheia de buracos, os ônibus são poucos e em péssimo estado, o sistema de iluminação pública é falho, além de não existir nem posto médico, nem policial. Nos dois últimos casos, só há atendimento no bairro vizinho. Há pais que caminham cerca de seis quilômetros, diariamente, para que os filhos frequentem a única escola da comunidade.

O que antes era um simples ramal de acesso a dois matadores frigoríficos que abastecem Manaus, e local de sítios e balneários particulares, virou estrada, teve a ocupação triplicada e passsou a conviver com todas as necessidades de uma área urbana.

Embora as casas sejam distantes umas das outras, a área é habitada por mais de 1,8 mil pessoas, entre a via principal e mais 22 vicinais.

O asfaltamento do ramal do Brasileirinho, feito há cinco anos, só foi recapeado uma vez, há dois anos. O resultado é um número exagerado de buracos em toda a extensão do ramal. Com as chuvas, o problema se agrava, pois a via é transitada por grandes carretas que atendem aos matadouros, carros particulares, além de ônibus comerciais e escolares.

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