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Reajuste de salários é vetado na Prefeitura de Manaus

Para evitar o efeito cascata, Artur Neto rejeita o aumento dos salários dele, do vice, dos secretários e subsecretários 03/01/2013 às 08:09
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Para o prefeito Artur Neto, o aumento dos salários dele e do secretariado vai implicar numa série de reajustes nos vencimentos como os dos comissionados
kleiton renzo Manaus

O prefeito Artur Neto (PSDB), declarou nesta quarta-feira (2) que enviará à Câmara Municipal de Manaus (CMM), junto com o projeto de lei que reforma o secretariado, a ordem para derrubar o aumento, em alguns caso, de até 21,5%, nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários e subsecretários municipais, o que representará, a partir deste mês, aumento de R$ 2,4 milhões por mês no orçamento da prefeitura.

“O momento agora é de poupar custos. O salário do prefeito puxa o salário dos secretários, que puxa os salários dos comissionados e começa a anular nosso esforço em reduzir custos”, declarou Artur, ontem durante visita ao bairro Cidade de Deus, Zona Norte, quando iniciou o mutirão de limpeza pública previsto no “Programa dos Cem Dias”. (Leia mais na página C2).

No dia 20 de dezembro, em sessão relâmpago, 31 dos 38 vereadores aprovaram os projetos de lei em regime de urgência que aumentaram em 38,7% os salários dos vereadores, e de quebra as verbas de gabinete.

A partir deste ano os 41 vereadores da cidade receberão R$ 15 mil de salário (era R$ 9,2 mil); a verba de gabinete subiu paraR$ 60 mil, R$ 20 mil a mais que no ano passado; e a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), saltou de R$ 8 mil para R$ 14 mil.

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