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Representantes do comércio de Manaus cobram reabertura de ruas do centro

De acordo com a Associação Comercial do Amazonas (ACA), com a interdição dos trechos de vias, o comércio sofreu queda no volume de vendas - chegando a 90%, segundo a última estatística da própria ACA 25/07/2012 às 11:20
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Águas não cobrem mais as pistas de vias importantes do Centro, que continuam fechadas à espera de laudo técnico
Thiago Gonçalves Manaus (AM)

Amargando prejuízos, representantes do comércio de Manaus participam de uma reunião com o prefeito Amazonino Mendes na manhã desta quarta-feira (25), onde apresentarão dados e propostas à prefeitura por conta da interdição de ruas no centro da capital deixado pela cheia histórica do rio Negro.

De acordo com a Associação Comercial do Amazonas (ACA), com a interdição dos trechos de vias, o comércio do centro sofreu queda no volume de vendas - chegando a 90%, segundo a última estatística da própria ACA.

Em outra ocasião, a associação apresentou à Prefeitura de Manaus, com mais vinte e quatro representantes de entidades comerciais da cidade, os prejuízos acumulados com as mudanças no trânsito do centro, que resultou na queda do movimento.

Demissões

Conforme o órgão, foram registradas sete mil, quinhentas e dezenove demissões de janeiro a junho, e somente no mês passado as lojas do centro demitiram mil quinhentos e quatro funcionários.

A categoria pede aos órgãos municipais a reabertura de pelo menos algumas ruas, para que as vendas do comércio parem de cair, e evitar novas demissões. Segundo a ACA, o Centro da cidade conta, atualmente, com 288 empresas.

Plano

Após apelo dos comerciantes, a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) apresentou uma proposta de planejamento para reabrir o tráfego em pontos da área central, foram abertas discussões para solucionar a situação, que é tida como um problema por comerciantes e motoristas.

Estudo

O Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) analisa a possibilidade de reabertura dos trechos de ruas interditados, com base em um laudo técnico da Defesa Civil Municipal. De acordo com o órgão, as galerias centenárias estão frágeis e podem apresentar riscos aos transeuntes.

Levantamento

O laudo identificará se a Rua Tamandaré possui galeria ou parte de galeria coberta sob o asfalto e as edificações. Até lá, permanecem como itinerários experimentais, as ruas Epaminondas, Epaminondas/Simão Bolívar/Ferreira Pena (praça da Saudade) para os ônibus articulados; as ruas 10 de julho/Getúlio Vargas (Centro- Bairro) para os executivos e, para os ônibus convencionais, as avenidas Epaminondas/7 de Setembro (matriz/Praça da Polícia)/7 de Setembro/Getúlio Vargas.