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Reviva Manaus: universitária desenvolve aplicativo inédito para celular

O sistema transmite informações sobre os principais monumentos históricos da capital amazonense, dividido em categorias como tipo de monumentos, horário de funcionamento e localização.  05/01/2013 às 11:57
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Reviva Manaus
Acritica Manaus

Manaus, conhecida como uma das capitais da Amazônia, que hoje ostenta o posto de 6ª maior economia do Brasil e é sede da Copa de 2014, guarda um patrimônio arquitetônico-cultural revelador da história econômica do Brasil, dos tempos em que a borracha fez fortuna, ergueu prédios históricos e promoveu o asfaltamento das primeiras vias do território nacional. Estas são paredes que têm memória e que falam por si, mas que estão esperando ser ouvidas, para reviver. Pensando nisso, universitária recém-formada, Gisely Mendonça, do curso de Design da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), desenvolveu um aplicativo inédito para celular: o “Reviva Manaus”. Trata-se de uma aula interativa de história online.

 O sistema permite que o usuário encontre um breve histórico sobre o monumento, podendo compartilhá-lo nas principais redes sociais, e-mails, além de fotografá-lo, fazer check-in, classificar como favoritos e visualizar os comentários de outros usuários, divulgando gratuitamente a cidade. “Acredito muito no potencial turístico do aplicativo. Além da divulgação, serve para situar, de mandeira contemporânea, quem vem visitar a cidade”, explicou Gisely.

A ideia, segundo a criadora, é que, entrando em operação, o sistema possa ainda informar a programação de cada local, como por exemplo , o cronograma de espetáculos do Teatro Amazonas. “Isso poderia ser constantemente atualizado”, explicou.

Criação

A ideia de criar um aplicativo surgiu a partir do momento em que ela deveria apresentar seu trabalho de conclusão de curso. “Eu queria fazer algo para valorizar a minha cidade, que vai sediar a Copa de 2014, Primeiramente, pensei em fazer um guia, mas como era algo muito grande, muito abrangente, resolvi focar em algo que não apenas ajudasse as pessoas daqui, que também quase não conhecem o valor histórico dos monumentos, mas também as que viessem de fora”, disse.

Para isso, ele usou conceitos como otimização da informação, linguagem visual simplificada, usabilidade e interação. “Eu criei pensando no usuário que, no dia a dia, quer navegação rápida e interativa”.

A execução, que iniciou em março do ano passado, durou dez meses. O projeto é adaptado para sistema IOS, utilizado em Iphones, mas pode ser perfeitamente adaptado para sistemas do tipo andróide. “Gostaria que alguém comprasse a ideia para poder ver funcionando. Meu objetivo é que ele seja oferecido gratuitamente”, disse Gisely.