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Sabino Castelo Branco diz que vai processar operadoras de telefonia móvel

O deputado foi citado em uma nota na revista Veja desta semana como representante da Hoje Telecom. O jornalista responsável pela coluna afirmou que o deputado tentou queria a instauração de uma CPI para apurar a atividade das operadoras no país para poder chantageá-las 13/08/2012 às 18:22
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Sabino Castelo Branco
acritica.com Manaus

O deputado federal e candidato à prefeitura de Manaus, Sabino Castelo Branco (PTB), desafiou as operadoras de telefonia móvel do Brasil a provarem que ele está usando de má fé ao apoiar a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional para apurar a atuação das mesmas no país.

Ele também garantiu, segundo sua assessoria, que irá processar as operadoras por acreditar que as mesmas tenham motivado a nota publicada na coluna Holofotes, da revista Veja desta semana, assinada pelo jornalista Otávio Cabral, a qual citava seu nome.

Na nota, Cabral afirma que o deputado representa a “Hoje Telecom”, de Manaus, “que revende os serviços das grandes teles e, por dever a elas R$ 60 milhões, teve o fornecimento suspenso”. Por isso, “Sabino procurou o ministro Paulo Bernardo e exigiu que as teles perdoassem a dívida da Hoje. Sem sucesso, quer a CPI para chantageá-las", diz a nota.

Em coletiva, na tarde desta segunda-feira (13/08), Sabino Castelo Branco afirmou que o único interesse que tem em apoiar a criação da CPI é a defesa do interesse do consumidor e disse que “não vai desistir da luta”, pois entende que, além da tarifa mais cara do mundo, o brasileiro tem um dos piores serviços em função do monopólio das empresas (Oi, Tim, Claro, Vivo).

O parlamentar afirmou ainda que 82% dos telefones que são adquiridos no País são pré-pagos, e que tal sistema é considerado no mundo um servido de segunda categoria. A informação, segundo a assessoria, é fruto do cruzamento de dados fornecidos pelas operadoras, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Ministério das Comunicações.

Sobre a visita ao Ministério das Comunicações, o parlamentar confirmou o ocorrido, mas alegou que estava acompanhando uma comitiva do seu partido que foi cobrar um posicionamento do governo federal sobre o problema e soluções que possibilitassem a entrada de novas empresas no sistema.