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Secretário da Sefaz cobra ´postura rígida na aplicação do orçamento 2013'

O secretário de fazenda salientou que o exercício de 2013 será aberto no dia primeiro de janeiro e, que a partir desta data, a SEFAZ/AM devolverá aos respectivos órgãos todos os pedidos de suplementação orçamentária que estiverem sem a devida compensação 14/11/2012 às 20:23
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Isper Abrahim, secretário da Sefaz
acritica.com Manaus

O Secretário de Estado da Fazenda Isper Abrahim reuniu-se na manhã desta quarta-feira, 14, no auditório da SEFAZ/AM, com secretários de Estado, técnicos do orçamento dos órgãos e representantes de fundações, fundos, autarquias e empresas para cobrar uma postura rígida na aplicação do orçamento de 2013.

Para elaborar o Projeto de Lei Orçamentária que está em fase de tramitação na Assembléia do Estado do Amazonas desde o início de novembro, a Secretaria Executiva de Orçamento da SEFAZ/AM aplicou os princípios da Lei Federal nº 101, de 04 de maio de 2000 e procurou atender as demandas para custeio e investimentos encaminhadas à secretaria pelos órgãos. 

Mesmo sendo o orçamento do estado a principal fonte de recursos, dos 87 órgãos que compõem o Poder Executivo do Amazonas, 25 não enviaram a Casa Civil as considerações sobre a aplicação do recurso e outros 33 órgãos apresentaram o documento contendo informações incompletas, que impossibilitaram a visualização por parte dos técnicos do andamento da máquina administrativa.

O secretário de fazenda salientou que o exercício de 2013 será aberto no dia primeiro de janeiro e, que a partir desta data, a SEFAZ/AM devolverá aos respectivos órgãos todos os pedidos de suplementação orçamentária que estiverem sem a devida compensação.

“O orçamento para o próximo exercício é de aproximadamente R$ 13 milhões. Iremos gastar R$ 4,5 milhões somente com o pagamento da folha, sobrando para investimentos R$ 700 milhões, que equivale a 5,38% do orçamento. Estamos numa economia de guerra. Todos nós devemos ter responsabilidade com a aplicação dos recursos à medida que as perspectivas apontam que o cenário macroeconômico não deve melhorar pelos próximos 24 meses”, explicou Isper Abrahim.