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Seminário Itaú Empresas falará sobre o impacto da Copa do Mundo na economia brasileira

“Para a capital amazonense, os negócios mais visados estão no campo do turismo, como rota a ser explorada pelo público, e comércio exterior”, disse o economista Caio Megale, que irá apresentar o estudo 30/10/2012 às 10:11
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Caio Megale, economista do Itaú
Cinthia Guimarães Manaus, AM

Pensando nas possibilidades de negócios que a Copa do Mundo trará às cidades brasileiras, o Itaú realiza na próxima terça-feira, em Manaus, o Seminário Itaú Empresas onde apresentará o estudo “O impacto da Copa do Mundo da Fifa na Economia Brasileira” a médios e pequenos empresários da carteira de clientes do banco. O seminário já passou por 12 cidades.

O cenário é favorável: um país com economia estável, inflação controlada, mercado consumidor pulsante e pleno emprego traz novas oportunidade em infraestrutura, geração de emprego, consumo e turismo que devem fortalecer “marca” Brasil para o mundo.

“Para a capital amazonense, os negócios mais visados estão no campo do turismo, como rota a ser explorada pelo público, e comércio exterior”, disse o economista Caio Megale, que irá apresentar o estudo. Segundo ele, Manaus ganha vantagens por ser mais próxima geograficamente dos Estados Unidos e da Europa, ter o histórico da Zona Franca a favor, o que confere à cidade “um grau de internacionalização”.

Os setores que mais irão impactar o País antes e depois do evento serão turismo, hotelaria e serviços em geral. Outras transformações estruturais nas cidades já começaram a se desenvolver, como telecomunicações, mudanças logísticas e urbanas nas cidades que ficam por um tempo longo.

“A copa mostra a imagem do País e impacto para o resto do mundo. Quando se realiza isso, turistas interessados no futebol que não viriam em outras circunstâncias encontram aqui oportunidades, também para as empresas locais criarem laços comerciais, contatos”, explicou Megale.

O intuito do seminário é trazer informações sobre esse cenário econômico e estimular os empresários a tomarem linhas de crédito do banco para movimentar o capital. “O foco é mostra duas coisas: a Copa traz oportunidades que para serem aproveitadas é necessário que as pessoas saibam em busca delas.

Trocamos experiência por quem já passou por isso. Não é ganhar dinheiro em dois ou três meses, mas trazer negócios para os próximos anos, que é mais interessante”.