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Manaus
OBRA

Sentido bairro/Centro da av. Djalma Batista será entregue no sábado (24), diz prefeito

Segundo prefeito Arthur Neto, metade da obra ficará pronta, porém sentido Centro/bairro não tem previsão de conclusão. Trecho da avenida está interditado desde 9 de março 19/03/2018 às 19:12 - Atualizado em 20/03/2018 às 09:01
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Prefeito Arthur Neto visitou a obra na manhã desta segunda-feira (Foto: Jair Araújo)
Nelson Brilhante Manaus (AM)

Apenas a metade da nova rede de drenagem da avenida Djalma Batista deverá ficar pronta até o próximo sábado (24). Pelo menos foi o que informou o prefeito Arthur Neto, que visitou as obras na manhã desta segunda-feira (19). “Eu poderia fazer uma coisa mais simples, mas não podemos brincar com a vida das pessoas, por isso a demora, mas até sábado uma pista já estará pronta”, garante o prefeito.

O trabalho na pista que fica no sentido centro-bairro está mais lento e não há previsão para ser concluído. De acordo com o superintendente da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Orlando Holanda, a demora é porque no trecho citado é que ficarão as caixas de concreto para desviar a rede de drenagem de imóveis, sob os quais passava a rede.

O prefeito não soube precisar o custo total da obra, mas acredita que até o próximo final de semana, já terá uma estimativa de gastos. “A cada dia aparece uma coisa nova, mas até sábado, quando terminar o trabalho numa das pistas, acho que já tenhamos o valor aproximado”, ressaltou Arthur.

Interdição

Um dos principais corredores viários da capital, a Djalma Batista foi interditada para substituição de 45 metros da antiga rede de drenagem profunda da via, que possuía mais de 40 anos.

O subsecretário de Serviços Básicos da Seminf, Antônio Peixoto, esclareceu que, depois de instalados os tubos de concreto, cada um com 1m50 de diâmetro, protegidos por aduelas e por uma galeria também de concreto armado, foi iniciado o aterramento, primeiro com uma base de pedras maiores, seguida de outra com pedras menores.

“Após isso, fazemos uma aplicação com emulsão, que é um produto derivado do petróleo, depois vem uma camada de brita graduada e em seguida, o asfalto”, esclareceu Peixoto.

Mais problemas

Indagado sobre os constantes alagamentos nas proximidades da Arena da Amazônia, o prefeito Arthur Neto disse que está preocupado, mas não marcou data para resolver o problema.

“Quando da construção da Arena, foi feito uma grande galeria. Não sei se foi serviço mal feito ou falta manutenção de nossa parte. Primeiro vou saber as causas para poder me pronunciar a respeito. Quando nós erramos, eu não hesito em reconhecer o erro”, afirma o chefe do poder público municipal.

Sem indenização

Arthur Neto descartou indenização para 10 dos 15 prédios afetados pela obra, e que tiveram de fechar as portas. Segundo ele, o que está sendo feito é para evitar que o pior viesse a acontecer com os próprios prédios, isto é, a obra garante a segurança dos imóveis, o que já seria um benefício.

Gerentes de dois estabelecimentos comerciais que continuaram abertos foram taxativos em afirmar que, durante as obras o movimento caiu pela metade. O prefeito aproveitou para “alfinetar” as administrações anteriores. “Fiquei surpreso ao saber que, durante as escavações, foi encontrada uma intervenção superficial, feita em gestões passadas. Não tivemos medo de enfrentar o problema de frente e estamos fazendo o trabalho como deveria ser feito”, finalizou Arthur.

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