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Sindicato dos Vigilantes finaliza acordo de Convenção Coletiva de Trabalho 2013

O acordo favorece cerca de 12 mil vigilantes em todo o Estado e foi definido em reunião realizada na Superintendência Regional do Trabalho (SRT) 27/02/2013 às 10:56
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Os vigilantes paralisaram as atividades no dia 13 de fevereiro para reivindicar o pagamento adicional de periculosidade aos trabalhadores da classe
acritica.com ---

O Sindicato das Empresas de Vigilância e Segurança Privada do Amazonas (Sindesp-AM) finalizou na sexta-feira (22), o acordo da Convenção Coletiva de Trabalho 2013 com o Sindicato dos Vigilantes, concedendo reajuste nos salários, aumentando o piso salarial de R$ 782 para R$ 852,38, e dando o incremento de 10% no adicional de periculosidade pago aos trabalhadores. 

O acordo favorece cerca de 12 mil vigilantes em todo o Estado e foi definido em reunião realizada na Superintendência Regional do Trabalho (SRT), explicou o presidente do Sindesp-AM, Orlando Guerreiro. Para as empresas, o impacto financeiro será de 25,57%, sem a inclusão do Plano de Saúde.

O Sindicato dos Vigilantes realizou no dia 13 de fevereiro uma greve que reivindicava o pagamento do adicional de periculosidade para os trabalhadores, prevista na Lei Federal 12.740/2012, que ainda não foi regulamentada.  “Estamos providenciando as novas redações das alterações processadas para as devidas assinaturas e posterior arquivamento no Site do Ministério do Trabalho e Emprego para que surta seus efeitos legais”, informou Orlando.

Segundo o presidente os benefícios acordados em favor do trabalhador valem a partir deste mês de fevereiro, nova data base da categoria estabelecida na convenção. Ele explica ainda que a vigência do acordo será até 31 de janeiro de 2015 para as clausulas sociais e 31 de janeiro de 2014 para as cláusulas financeiras. 

Ainda segundo o presidente do Sindesp-AM, também foi acordado que será de responsabilidade das empresas, a implantação de Plano de Saúde para todos os colaboradores, inclusive os administrativo, tendo como prazo máximo para a implantação o dia 1º de fevereiro de 2014, sendo o plano de uma única operadora, selecionada pelo os dois sindicatos (Patronal e Laboral).