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Sinduscon apresenta pleitos a candidatos em Manaus

A intenção dos encontros é que os prefeituráveis se comprometam com as propostas do setor 20/09/2012 às 07:59
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Eduardo Lopes, presidente do Sinduscon
RENATA MAGNENTI Manaus

O Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) possui uma lista com 18 propostas que, na avaliação da entidade, podem fortalecer o setor em Manaus. O Sinduscon que discuti-las com os candidatos. Três confirmaram presença na entidade, que ontem já discutiu o assunto com o tucano Artur Neto. Entre as propostas a de maior destaque está a necessidade de capacitação de trabalhadores.

De acordo com o presidente da entidade, Eduardo Lopes, hoje, a construção civil gera 88 mil empregos diretos. Para cada emprego formal, outros dois informais são gerados o que totaliza 264 mil empregos. “Praticamente somos outro Polo Industrial de Manaus (PIM). No entanto, diferentemente do PIM, quando temos problemas não temos a quem recorrer”, disse.

A intenção, segundo Eduardo, é que os prefeituráveis se comprometam com as propostas do setor. No próximo 24 se reúnem com a senadora Vanessa Grazziotin; no dia 26, com o ex-prefeito Serafim Corrêa e no dia 1º de outubro com Pauderney Avelino.

Pleitos

Eduardo Lopes apontou que a maior deficiência do setor é quanto à formação dos trabalhadores. “Para solucionar este problema pedimos que a Prefeitura invista em ações de educação do trabalhos da construção civil qualificando a mão de obra”, disse.

Quanto à tributação, o setor pede redução de impostos através de incentivos. A justificativa é que como o setor responde por parte considerável da economia local tem direito a benefício. Na terça-feira, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), informou através da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que a construção civil ocupa o segundo lugar na evolução de emprego de 2010 para 2011, com crescimento de 25,17%, gerando 30.221 empregos.

Outra reivindicação é quanto às permissões para se construir estacionamentos privados em áreas de terrenos desocupados e abandonados, com isenção de impostos de Alvará e IPTU, até a Copa de 2014. Após o término da Copa, o estabelecimento passaria a ter responsabilidade de uma empresa.