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Suposto traficante da alta cúpula da facção criminosa Família do Norte (FDN) é morto na BR-174

Genildo da Silva Saraiva, o ‘Candiru’, morreu em confronto com policiais do Grupo Fera e com agentes da Secretaria de Segurança Pública (SSP) 22/05/2014 às 22:15
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Ele morreu após troca de tiros com policiais
Kelly Melo Manaus (AM)

Um dos traficantes do alto escalão da facção criminosa “Família do Norte” (FDN), Genildo da Silva Saraiva, o “Candiru”, foi morto na tarde de ontem, com três tiros no peito, na BR-174, durante uma troca de tiros com policiais da Secretaria-Adjunta de Inteligência (Seai) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) e Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), da Polícia Civil.

Até o ano passado, Candiru estava preso em Manaus após cumprir pena em um presídio federal mas, segundo informações da Secretaria de Justiça e Direito Humanos (Sejus), ele provavelmente já teria sido devolvido às ruas da capital.

A informação foi confirmada pela polícia, mas ninguém soube dar detalhes da operação que culminou na morte do traficante, que seria braço direito do narcotraficante Alan de Souza Castimário, o “Nanico”. Em julho do ano passado ele teria resgatado Nanico após fuga em massa do Ipat.

Alguns policiais apenas informaram que a Seai e Grupo Fera começaram perseguição policial ao traficante na AM-010, durante a tarde, e na BR-174 houve a troca de tiros e Candiru se feriu. Ele chegou a ser levado pelos policiais do Fera para o Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto, no bairro Adrianópolis, na Zona Sul, mas já teria chegado sem vida na unidade.

A reportagem tentou localizar o secretário-adjunto da Seai, Thomaz Vasconcelos, por telefone, mas ele não atendeu as ligações. O delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Paulo Martins, também não tinha detalhes sobre o ocorrido.

‘De volta para casa’

Candiru era um traficante conhecido e considerado de alta periculosidade pela polícia. No ano passado, ele, Gregório Graça Alves, o “Greg”, ou “Mano G” e Alan de Souza Cartimário, o “Nanico”, chegaram a cumprir pena no presídio federal de Mossoró (RN), onde passaram cinco meses, mas foram devolvidos à Justiça do Amazonas devido problemas de documentação. A assessoria da Sejus informou que Candiru estava solto, mas não soube dar detalhes.