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Manaus
Condomínios de luxo em Manaus serão investigados por suspeita de lançamento de efluentes no rio Negro

Suspeita de lançamento de efluentes no rio Negro é investigada pelo MP-AM

Os inquéritos foram instaurados entre os dias 31 de janeiro e março deste ano pela 50ª Promotoria de Justiça de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Prodemaph) 18/09/2012 às 20:02
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Foram instaurados um total de 16 inquéritos
Ana Carolina Barbosa Manaus

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) instaurou, este ano, pelo menos 16 inquéritos civis para investigar o “possível lançamento de afluentes sem o devido tratamento” no rio Negro por condomínios de luxo localizados na Ponta Negra – avenida Coronel Teixeira, Zona Oeste de Manaus. Os detalhes foram publicados na edição desta terça-feira (18/09), do Diário Eletrônico do órgão.

Os inquéritos foram instaurados entre os dias 31 de janeiro e março deste ano pela 50ª Promotoria de Justiça de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Prodemaph), que tem como titular a promotora Maria Cristina Vieira da Rocha.

No resumo das portarias a promotora especifica como objeto a investigação sobre a possibilidade do lançamento de efluentes em desacordo com “as exigências estabelecidas em lei ou regulamentos”.

Os edifícios (residenciais e condomínios) inseridos nas investigações são: Solar da Praia, Cristal Ponta Negra, Mediterranee, Jardim das Américas, Residencial Piazza Dell Acqua, Barão do Rio Negro, Aruba, Villa Lobos, Maison Beethoven, Maestro Cláudio Santoro, Riviera da Ponta Negra I, Castelli, Porto Seguro, Varanda do Rio Negro e os residenciais Multifamiliares Ilhas Gregas 1 e 2, além do Hotel Tropical Manaus (Companhia Tropical de Hotéis Amazônia).

O acritica.com tentou contato com a assessoria do MP-AM para obter maiores informações sobre os processos, mas não obteve sucesso.