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Taxistas farão manifestação surpresa na ponte Rio Negro

A mobilização estava prevista para acontecer na manhã desta quinta-feira (10). Mas, de acordo com o presidente da Comissão do Taxistas Auxiliares e Permissonários de Manaus, Jorge Santana, a decisão levou em consideração informações de que a Polícia Militar estava se articulando para frustrar o movimento 10/05/2012 às 10:07
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“Quem tem que bagunçar aqui (Manaus) são os taxistas da cidade”, afirma o presidente da Comissão de Taxistas Auxiliares e Permissionários de Manaus, Jorge Santana.
JOELMA MUNIZ Manaus

A manifestação dos Taxistas Auxiliares e Permissionários de Manaus que deveria fechar a ponte Rio Negro na manhã desta quinta-feira (10), agora não tem mais data e nem horário para acontecer.

De acordo com o presidente da comissão formada pelos taxistas, Jorge Santana, a decisão levou em consideração informações de que a Polícia Militar estava se articulando para frustrar o movimento.

“Fomos comunicados que os policiais iriam nos confinar em um espaço, que fica longe da ponte. E que a circulação de carros comuns iria continuar”, disse, enfatizando “quem tem que bagunçar aqui (Manaus) são os taxistas da cidade”.

Ele assegura que ao menos 400 profissionais estarão reunidos para protestar contra a circulação de taxistas da Região Metropolitana da cidade, que segundo eles estão circulando, e realizando transportes de passageiros de Manaus para os municípios vizinhos de forma ilegal.

Jorge Santana disse que a Comissão pretende solicitar aos prefeitos dos municípios de Iranduba, Manacapuru e Novo Airão que em troca da circulação dos taxistas de seus municípios em Manaus, eles permitam a inscrição de 80 de seus associados na lista de taxistas dos locais.

“Ai sim teremos um acordo. É muito fácil deixar que eles trabalhem em Manaus sem pagar qualquer imposto. Se eles querem isso também queremos, faremos a solicitação entre sexta-feira (11), e segunda-feira (14).

Arsan

Em entrevista ao programa A Crítica Notícias, da rádio Nova A Crítica FM, na manhã desta quinta-feira (10), o diretor-presidente da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas, (Arsam), Fábio Alho, afirmou que a manifestação não possui respaldos para acontecer.

Segundo ele a Agência vem realizando trabalho efetivo para inibir a circulação irregular de taxistas em ambos os lados do Rio Negro.

“Isso é uma iniciativa de 30 pessoas interessadas em tumultuar a organização do sistema”, frisou.