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Terceirizados do Hemoam cruzam os braços por atrasos em pagamentos, nesta terça-feira (13)

Funcionários que cuidam da limpeza da unidade hospitalar dizem que estão sem receber desde maio. Limpeza frequente do local é fundamental porque a maioria dos pacientes internados apresenta imunidade baixa e fica mais vulnerável 13/10/2015 às 16:53
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Os 32 funcionários do setor de serviços gerais do Hemoam reclamam do atraso nos pagamentos
Rafael Seixas Manaus (AM)

Funcionários da empresa Jaks Serviços Comércio e Representação Ltda, que presta serviços de limpeza e higienização hospitalar para a Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), cruzaram os braços na manhã desta terça-feira (13) na sede do Hemoam, localizada na avenida Constantino Nery, 7.307, Chapada, Zona Centro-Sul de Manaus. Os 32 funcionários do setor de serviços gerais reclamam do atraso nos pagamentos.

A limpeza frequente do local é fundamental porque a maioria dos pacientes internados apresenta imunidade baixa. Nessa condição, eles ficam mais vulneráveis a infecções.

De acordo com a gerente financeira da Jaks, Lidiane Oliveira, não está ocorrendo repasse por parte do governo. “Estamos com faturas em atraso. O Hemoam não tem nenhuma previsão de nos pagar”, disse.

Segundo um diretor da empresa, há quatro meses não há repasse por parte do governo do Amazonas. “Nós estávamos pagando os funcionários com recursos próprios, só que chegou uma hora que não tínhamos mais de onde a gente tirar dinheiro. Estamos esperando uma posição do governo do Estado para então pagarmos os nossos funcionários. Não temos recebido nada”, garantiu.

O gestor revelou que a Jaks Serviços Comércio e Representação Ltda também está tendo problemas no repasse do governo em outros órgãos em que presta serviços: são eles Hospital e Pronto-Socorro da Criança da Zona Oeste, Hospital Infantil Doutor Fajardo, Fundação Centro de Controle de Oncologia (FCecom) e Hospital Infantil Doutor Fajardo e Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam).

“No Hospital e Pronto-Socorro da Criança da Zona Oeste não recebemos, por exemplo, há seis meses”, informou.

*Mais informações em instantes