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Trabalhadores da construção civil fecham avenida em frente a Arena da Amazônia em protesto

A avenida Constantino Nery, uma das principais vias de acesso ao estádio da Copa e que interliga a Zona Norte ao Centro, foi fechada pelos trabalhadores. Eles exigem aumento de 11% nos salários, cesta básica e plano de saúde 11/06/2014 às 12:44
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Cones e outros objetos foram usados pelos manifestantes para fechar o acesso ao local
VINICIUS LEAL Manaus (AM)

A três dias do primeiro jogo da Copa do Mundo em Manaus, cerca de mil trabalhadores de construção civil do Amazonas interditaram, na manhã desta quarta-feira (11), a avenida em frente ao estádio Arena da Amazônia Vivaldo Lima, palco onde acontecerão as partidas entre as seleções do Mundial. Entre as reivindicações, os manifestantes querem principalmente o aumento de 11% nos salários, além de R$ 83 de cesta básica e plano de saúde.

A avenida Constantino Nery, uma das principais vias de acesso ao estádio da Copa e que interliga a Zona Norte ao Centro da capital, foi fechada pelos trabalhadores. Para amenizar o congestionamento na área, um esquema de trânsito foi montado pelos agentes do Manaustrans: veículos no sentido bairro/Centro tiveram que “dar a volta” atrás da Arena, usando as avenidas Lóris Cordovil, do Samba e Pedro Teixeira.

Foto: Sérgio Paixão

Já os carros que vinham no sentido Centro/bairro tiveram que desviar pela avenida Djalma Batista, paralela à Constantino Nery. Um princípio de tumulto foi registrado entre mototaxistas e manifestantes. Cones e outros objetos foram usados para fechar o acesso ao local, o que causou estresse para quem tentava transitar pelo local. Reforço policial foi acionado.

Enquanto a manifestação ocorre do lado de fora da Arena da Amazônia, do lado de dentro autoridades estaduais e municipais concederam uma coletiva de imprensa para esclarecer ações e estratégias usadas durante a realização dos jogos da Copa em Manaus. O efetivo de policiais militares na área já era grande, o que elevou os ânimos durante o protesto.

*Com informações do repórter Iuri Carvalho, da TV A Crítica