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Vara do 2º TJP realiza 89 julgamentos, em Manaus, até dezembro

Alguns dos réus a serem levados a julgamento figuram em caso de grande repercussão na cidade, de cordo com o juiz Anésio Rocha Pinheiro   22/07/2012 às 13:23
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Morto no dia 8, Elgo Jobel seria testemunha em julgamento no Tribunal do Júri
Joana Queiroz Manaus

A pauta do 2º Tribunal do Júri prevê o julgamento de 89 réus, começando no dia 1º de agosto e encerrando no dia 19 de dezembro.

O titular da vara, Anésio Rocha Pinheiro destacou alguns processos de casos que tiveram repercussão na cidade. Em 2 de agosto, por exemplo, será julgado Elmar Libório Carneiro o “Macaxeira”, réu do processo da rebelião mais sangrenta do Amazonas, ocorrida no dia 25 de maio de 2002, onde 14 pessoas foram executadas.

Macaxeira estava foragido quando os demais réus do processo os criminosos Gelson Carnaúba, Marcos Paulo da Cruz, e Francisco Álvaro Pereira foram julgados e condenados.

A somatória da pena foi de 400 anos.

A principal testemunha era o presidiário Elgo Jobel Fernandes Guerreiro, executado a tiros no dia 8 deste mês, no Centro de Manaus. No dia 14 de agosto, o ex-soldado da Polícia Militar Moacir Jorge da Costa, O “Moa” vai sentar no banco dos réus, pela segunda vez, neste ano.

Na ocasião ele será julgado pelo crime de tentativa de homicídio contra Fernando Almeida Ferreira de Souza. O crime aconteceu no dia 31 de janeiro de 2002, na avenida J, bairro Alvorada, na Zona Oeste de Manaus.

O crime, segundo denúncia do Ministério Público foi motivado por ciúmes. No dia 7 de agosto, será a vez dos policiais militares André Luís Castilho Campos e Rosivaldo de Souza Ferreira, acusados pelo assassinato de um adolescente.