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Votação do relatório da CPI da Água é adiada pela sexta vez na CMM

A CPI da Água já custou à CMM R$ 300 mil. Instaurada há seis meses e com o relatório concluído pelo relator, vereador Marcel Alexandre (PMDB), há 60 dias, a primeira data marcada para a votação do documento foi 14 de agosto 10/10/2012 às 16:08
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Votação é adiada novamente na CMM
Ana Carolina Barbosa e Augusto Costa Manaus

Nesta quarta-feira (10/10), pela sexta vez em 60 dias, a votação do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Água foi adiada na Câmara Municipal de Manaus (CMM), sob a justificativa de que dois dos parlamentares que defenderiam emendas ao relatório, não estavam presentes: Joaquim Lucena (PSB) e Jefferson Anjos (PV). A votação deve acontecer no próximo dia 15 (segunda-feira), às 10h, conforme o presidente da CPI, vereador Leonel Feitoza (PSD).

A CPI da Água já custou à CMM R$ 300 mil. Instaurada há seis meses e com o relatório concluído pelo relator, vereador Marcel Alexandre (PMDB), há 60 dias, a primeira data marcada para a votação do documento foi 14 de agosto.

Segundo o presidente da CMM, Isaac Tayah (PSD), Joaquim Lucena estava viajando. O móvito não foi informado. Já Anjos, estava participando de uma audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT) e por isso não pôde comparecer à sessão, o que resultou no adiamento.

A CPI investiga os contratos firmados entre o município e a empresa Águas do Amazonas – concessionária que até o início do ano era responsável pelo sistema de abastecimento de água e saneamento em geral na cidade - e, em seguida, com a Manaus Ambiental - a qual detém o sistema atualmente –, já que a rede de abastecimento vem apresentando falhas há décadas. Além disso, analisa, também, o processo de privatização da Manaus Saneamento, subsidiária da Cosama, a qual foi vendida em 2000.