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Manaus
ELEIÇÕES

‘Vou cumprir a decisão da Justiça’, diz David Almeida sobre retomada das eleições no AM

O governador afirmou ter ciência de que seu governo é transitório. Ontem, o STF decidiu manter as eleições suplementares no Estado 07/07/2017 às 10:08 - Atualizado em 07/07/2017 às 10:17
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Foto: Márcio Silva
Geizyara Brandão Manaus (AM)

“Eu acato e vou cumprir qualquer decisão da Justiça”, assegurou na manhã desta sexta-feira (7), em Manaus, o governador David Almeida (PSD) a respeito da decisão tomada na noite de ontem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello em ordenar a retomada das eleições suplementares para o Governo do Amazonas.

O chefe do executivo afirmou ter ciência de que seu governo é transitório. “Estou pronto para sair amanhã se a Justiça decidisse. Aliás, na segunda-feira”, completou. “Vou continuar com a minha agenda, com o meu trabalho, vou continuar com as questões administrativas do Estado, deixo o jurídico para aqueles que têm interesse na eleição”, concluiu.

Ontem, o ministro do STF Celso de Mello tornou sem efeito a liminar concedida pelo também ministro Ricardo Lewandowski que havia suspendido a realização das eleições suplementares no Estado. Com a nova decisão proferida pelo decano do STF, o processo eleitoral foi mantido.

O diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), Messias Andrade, confirmou, ainda ontem, à reportagem, que as eleições estão mantidas para acontecer no próximo dia 6 de agosto. “Nenhum processo administrativo foi cancelado e a partir de amanhã vamos voltar com força total para correr atrás do tempo perdido. Mesmo com essa suspensão, vamos ter tempo hábil para fazer essas eleições”, afirmou Messias.

As eleições suplementares haviam sido suspensas no último dia 28, pelo ministro Ricardo Lewandowski, após ação cautelar preparatória ingressada pelo vice-governador cassado, Henrique Oliveira. Pela decisão de Lewandowski, as eleições suplementares estariam suspensas até a publicação dos embargos de declaração – que não possuem efeitos suspensivo – do acórdão que cassou José Melo e Henrique Oliveira.

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