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Zafira e Meriva em um só carro é aposta da GM

Para substituir Meriva e Zafira num só carro, GM apostou em dirigibilidade, espaço e conforto interno: porta-malas é o maior da categoria: rebaixados os bancos, chega a mais de mil litros de capacidade 30/06/2012 às 10:01
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Câmbio automático é aposta da montadora: que prevê 50% das vendas do modelo na versão automática
FELIPE DE PAULA Manaus

 Para substituir as coroas Zafira e Meriva, em rumos da aposentadoria, a General Motors do Brasil apostou todas as suas fichas no seu mais novo pupilo: a multivan Spin. O modelo, apresentado nessa quarta-feira em evento no Credicard Hall, em São Paulo, foi bem recebido pela imprensa especializada.

Com duas versões principais - de cinco e sete lugares - a perua tem bom número de itens de série, desde a versão de entrada (LT/Manual), a partir de R$ 44.590, até a versão top de linha (LTZ/Automático), que sai a R$ 54.690, contra R$ 57 mil da rival Grand Livina, da Nissan.

De série, a versão LT (cinco pessoas) possui o kit básico para a categoria: motor 1.8, ar-condicionado, trio elétrico e airbag duplo, além dos freios ABS e EBD (distribuição de frenagem). O mimo ficam por conta dos 32 porta-trecos espalhados pelo carro, ideal para um modelo para toda a família. Já a versão de sete lugares, LTZ, merece destaque pelo custo-benefício: com preços iniciais de R$ 50.990, possui rodas de alumínio de 15‘’ e sistema de som CD/MP3 player com entrada USB e Bluetooth, cujos controles podem ser acessados no volante.

Boa impressão

Por parte da imprensa especializada, presente no lançamento do Spin, o clima era de admiração, ainda que contida. Os “generosos” ítens de série, aliados à boa dirigibilidade do carro, agradaram parte dos jornalistas, que apreciaram o preço competitivo e o visual ao mesmo tempo original e integrado à identidade visual da marca.

Test-drive

A convite da montadora, a reportagem de A CRÍTICA participou do test-drive da nova perua média da Chevrolet. Percorremos cerca de 150 KM nas imediações da Grande São Paulo, ora como passageiro, ora como motorista. A impressão inicial é de conforto na direção, estabilidade e excelente controle do carro por parte do condutor. Para o passageiro, a sorte talvez não seja a mesma. O entre-eixos do carro fica praticamente no meio do banco traseiro, trazendo algum desconforto, especialmente se você não estiver trafegando nas excelentes estradas do interior de São Paulo. Nos bancos adicionais, a situação ainda é um pouco pior, mas atenuada se pensarmos nos concorrentes, em geral menos espaçosos ou mais caros, e na hipótese desses últimos passsageiros geralmente serem crianças. Mas não se pensarmos na velha Zafira.