Sábado, 22 de Fevereiro de 2020

Testados do BV: as maravilhas do peeling orgânico


03/06/2016 às 15:58

Laynna Feitoza

Os procedimentos estéticos estão cada vez mais parecidos com o que usavam nossas avós: cada vez mais naturais, utilizando-se de enzimas dadas por frutas e vegetais. E é justamente disso que se faz o peeling orgânico, nos fazendo deleitar com pastas de abóbora, goiaba, blueberry, castanha – entre outros – no rosto. Quem veio mostrar a novidade em Manaus foi o esteticista mineiro Carlos Hossack, que mora há 22 anos nos Estados Unidos e veio mostrar a técnica, bastante aderida pelas famosas de lá.

Fui incubida de fazer uma matéria com ele, pra saber mais do tal peeling. Mas ele não se deu por vencido e me fez experimentar o procedimento. Ele atendeu numa pequena temporada em Manaus, e foi especialmente convidado pelo Wilke Cidade para mostrar às manauaras o peeling que, segundo ele, consegue atingir a quinta camada da pele e é muito menos agressivo que os peelings tradicionais. Isso eu posso dizer que é mesmo.

Antes de tudo, o primor de pessoa que Carlos é precisa ser citado. Ele foi para os EUA juntar dinheiro para estudar economia. Viveu ilegal por lá durante 7 anos, e durante esse tempo fez de tudo: foi lavador de pratos e garçom – o que inclusive ele é até hoje, nos finais de semana, conciliando com a profissão de esteticista. E, ele, super feliz, fala muito abertamente do que faz.

Lá ele é casado, pai de duas filhas e aqui foi extremamente cuidadoso com tudo. Disse a mim que os procedimentos estéticos são severamente regulamentados, do tipo que não autoriza mais usar pincel para espalhar nada no rosto dos clientes e nem tocar no corpo de menores de 21 anos (mulheres) e 18 anos (homens) para espalhar cremes ou massagear – um dos ritos que integram tratamentos estéticos.

(A linha Eminence, utilizada para o peeling orgânico)

Vamos, então, ao peeling. Antes de começar, ele aplica com as mãos sabonetes e loções que vão preparar a pele para receber o tratamento. Depois, aplica a pasta de abóbora no rosto. Ela dá uma queimadinha (parece formiguinhas te picando). Mas não é nada que não dê pra aguentar. Depois a máscara é retirada do rosto, são aplicados mais alguns cremes, até aplicarem a máscara de probióticos, que esfria a pele. O tratamento é conhecido como “Fogo e Gelo”, em alusão às duas sensações que são sentidas: o calor e, em seguida, o resfriamento da pele.

Um bônus que o Carlos oferece é, enquanto as máscaras agem, ele faz massagens no colo, mãos e pés, para ativar a circulação. Entre a aplicação de máscaras e outras, ele aplica séruns de vitamina D, E e C. Aliás, pouca gente sabe que a vitamina C é um bálsamo para a pele. Não vou dar mais detalhes do procedimento agora, porque você pode conferir tudo na matéria que vai sair no próximo domingo (12) sobre peeling orgânico. Mas posso dizer que o preço do peeling é super amigo: R$ 100.

Ao contrário dos peelings tradicionais, você não fica com a cara “marrom” quando termina. O resultado é imediato: depois do procedimento, você vê sua pele luminosa e uniforme. Claro que você precisa usar protetor solar FPS 30 para proteger a pele e está proibido se expor exageradamente ao sol. Carlos explica que, em sete dias, a pele vai cicatrizar. Nisso, o próprio esteticista te dá uma máscara de vitamina C, para ser aplicada de sete a dez dias depois do peeling. Feche bem o pacotinho e guarde na geladeira (não precisa ser no congelador). Depois de aplicar, é preciso esperar três dias para reaplicá-la de novo.

Com certeza, a experiência é trascendental. Me senti um pouco aflita com a queimação no rosto causada pela primeira máscara, mas me senti flutuar com o efeito gelado da segunda máscara na pele. O Carlos não mora aqui, mas virá esporadicamente a Manaus fazer o peeling orgânico. A próxima visita dele está marcada para setembro. Ele vai atender sempre no Estúdio Wilke Cidade (Rua Jorge Baird, 158, Adrianópolis). Mais informações podem ser obtidas no telefone (92) 3584-5453.


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