Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

Filmes para deixar a ceia de Natal ainda mais divertida

Equipe do Bem Viver elegeu seus filmes natalinos favoritos. Confira:


22/12/2017 às 19:12

Da Redação
bemviver@acritica.com.br

Natal é tempo de reunir a família e os amigos ao redor da lareira, tomando aquele chocolate quente após a ceia, enquanto a neve cai lá fora. Ou, pelo menos, é assim que é mostrado o Natal nas produções norte-americanas. No Brasil, o calor não vem da lareira, mas sim da turma reunida em frente à televisão para curtir algum programa repetido na grade. Se você, assim como a equipe do Bem Viver, não aguenta mais rever a mesma programação todo ano, confira agora algumas sugestões para sua noite natalina ficar ainda mais divertida. Então é Natal, deixa a Simone de lado e dá o play em:

O Grinch - Juan Gabriel

Com o clima mágico que invade o mês de dezembro fica até difícil odiar o natal. Menos para o Grinch. O caricato personagem verde interpretado por Jim Carrey marcou minhas noites de Natal. Grinch vive isolado no topo de uma montanha com seu cachorro Max desde que abandonou a Cidade dos Quem, após um coração partido e constantes humilhações pela sua aparência. Anos mais tarde, ele planeja estragar o Natal de todos os moradores de sua antiga cidade, até ter seu caminho cruzado pela pequena Cindy Lou Quem, que juntos, acabam encontrando o verdadeiro significado da data.

Barbie e o Quebra Nozes – Mayrlla Motta 

De todas as memórias que guardo sobre o Natal a principal delas é do filme “Barbie e o Quebra Nozes” passando na TV. A animação me cativa não só pelo enredo, mas por causa do balé e as coreografias. Nele, a Barbie interpreta a Clara, uma menina órfã que ganha na noite de Natal um boneco. Na madrugada o boneco ganha vida, e posteriormente quando a menina acorda, eles descobrem que foram enfeitiçados e começa uma grande jornada em busca de desfazê-lo.

O Natal de Charlie Brown - Lucy Rodrigues

Natal tem que ter criança. A época me traz algumas das melhores memórias de infância, da casa cheia com meus irmãos fazendo campeonato de vídeo-game e assistindo a filmes juntos. Os do Charlie Brown, Snoopy e sua turma estavam entre  nossos preferidos. Graças a meus pais e meus irmãos mais velhos fui apresentada às tirinhas Peanuts, de Charles M. Schulz,  que  amo e coleciono em livros. “O menino mais baixo astral do mundo e que consegue pegar uma época maravilhosa como o Natal e a transformar num problema” até hoje me arranca sorrisos e reflexões, com seus diálogos profundos e sua extrema melancolia.  O especial “O Natal de Charlie Brow” (A Charlie Brown Christmas) é um clássico, pois foi o 1° especial de televisão baseado nos quadrinhos Peanuts de Schulz. Produzido por Lee Mendelson e dirigido por Bill Melendez, o programa fez sua estreia na CBS em 9 de Dezembro de 1965.  Incrível como continua atual e atemporal. Na história, Charlie Brown está melancólico com a proximidade dos festejos natalinos e, apesar de adorar ganhar presentes, decorar a árvore e enviar cartões, sempre se sente profundamente triste nessa época. Ao se “consultar” com a “terapeuta” Lucy van Pelt –minha xará e personagem preferida-, ela recomenda que ele participe de algo grandioso e seja o diretor do espetáculo de Natal da turma, dando assim um novo sentido para a data.  Mais uma grande lição do sábio Schulz: fazer parte de algo maior, em prol dos outros, nos faz certamente nos sentirmos especiais.  Recomendo para adultos e crianças.

Esqueceram de mim - Rosiel Mendonça

Quando ainda era criança, o ator Macaulay Culkin ficou famoso ao viver o esperto Kevin McCallister nos dois primeiros filmes da franquia “Esqueceram de Mim”. Ambos se passam durante o Natal, quando os McCallister saem de férias e acidentalmente acabam deixando o filho caçula para trás. É quando o garoto precisa usar a imaginação e a criatividade para fugir dos trambiqueiros Harry e Mary. “Esqueceram de Mim 2”, em especial, traz toda a magia natalina emoldurada por cenários da cidade de Nova York que ganham um brilho especial nessa época, como o Central Park e o Rockefeller Center. Apaixonado pelo longa, o blogueiro croata Dean Pelic fez até um tour pelas principais locações usadas no filme. Confira em http://deanpelic.com.

Anastasia - Alexandre Pequeno

Meu filme favorito de Natal não tem a época como tema principal, mas o mês de dezembro é citado em demasia. “Anastasia” (1997), primeira animação da FOX, costumava passar nos fins de ano da televisão brasileira e ficou marcado na minha infância. O filme, que completa 20 anos este ano, narra a lenda da princesa Anastasia, herdeira do Czar Nicolau II que possivelmente teria sobrevivido aos ataques na Revolução Russa de 1917. Na história, Anya e sua avó cantam uma canção chamada “Foi no mês de dezembro”, tema marcante do reencontro das personagens.

Simplesmente Amor- Laynna Feitoza

O filme Simplesmente Amor (2003) começa com a beleza e a simplicidade dos reencontros das pessoas que se amam nos aeroportos, e no decorrer  de duas horas, dez histórias de amor e amizade se entrelaçam: a de um primeiro-ministro pela sua secretária, a de um homem que perde a esposa e tem que criar o enteado, a de dois amigos (um rockstar e o seu empresário), a de um homem divorciado por sua secretária, a de uma mulher encorajada por seu próprio chefe a colocar o seu amor platônico na realidade, entre muitos outros. E tudo isso acontece com o Natal, como pano de fundo. O filme tem no elenco grandes como o Alan Rickman, Hugh Grant, Liam Neeson, Laura Liney, Rodrigo Santoro, entre muitos outros. É uma lição simples, mas verdadeira, sobre o que mais importa nessa vida.

A Vida de Brian - Tiago Melo

Há quem não lembre, mas no Natal comemora-se o nascimento de Jesus Cristo. Com o filme “A Vida de Brian” (1979), o grupo britâncio Monty Python não só lembrou, como usou o nascimento e a vida do messias para fazer uma crítica bem-humorada ao catolicismo e aos costumes da época. Considerado blasfemo por uns, e genial por outros, o filme conta a história de Brian, um homem da Judeia que vive uma vida paralela à de Jesus e é tido como o salvador da humanidade, arrematando uma multidão de devotos por onde passa, contra a sua vontade. A sátira, que pode não cair muito bem no gosto dos mais conservadores, é uma ótima pedida de comédia para ver com os amigos na noite de Natal.


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