Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020

No embalo de 'La La Land', relembre outros musicais que fizeram história no cinema


19/01/2017 às 10:35

Aproveitando o frisson em torno do musical “La La Land”, que estreia oficialmente nos cinemas de Manaus nesta quinta-feira (19), o blog preparou uma lista com outros filmes do gênero que fizeram história. São obras que arrebataram prêmios e marcaram a carreira de atores e atrizes, além de terem rendido cenas, músicas e coreografias memoráveis para a Sétima Arte. Confira!

“O cantor de jazz” (The jazz Singer, EUA, 1927)
O primeiro filme falado da história do cinema também é um musical. Em “O cantor de jazz”, Jakie Rabinowitz (Al Jolson) vem de uma tradicional família judaica em que os homens têm o costume de cantar nas sinagogas há cinco gerações, e esse é o destino que o pai de Jakie planejou para ele. Porém, o jovem gosta de cantar jazz e por isso foge de casa.

Curiosidade: George Jessel, estrela da versão teatral, foi convidado para interpretar o mesmo papel no filme, mas recusou devido a uma disputa salarial.

“Cantando na chuva” (Singin’ in the Rain, EUA, 1952)
Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Mas uma novidade chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Diante disso, Don e Lina precisam superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema para conseguir manter a fama conquistada.

Curiosidade: Quase todas as músicas de "Cantando na Chuva" não foram escritas para o filme, sendo selecionadas de outros filmes, e o roteiro foi montado a partir dessas músicas.

“Os guarda-chuvas do amor” (Les Parapluies de Cherbourg, Alemanha/França, 1964)
Com direção de Jacques Demy e músicas compostas por Michel Legrand, o longa é estrelado por Catherine Deneuve, que vive Geneviève Emery, uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família, uma loja de guarda-chuvas elegante, mas pouco lucrativa. Ela é apaixonada por Guy Foucher (Nino Castelnuovo), que não é muito bem visto pela mãe da moça.

Curiosidade: O filme venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes e foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

“A noviça rebelde” (The sound of musica, Reino Unido/EUA, 1965)
Um dos maiores clássicos do cinema mundial, a história da noviça interpretada por Julie Andrews arrebatou cinco estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, assinada por Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II e Irwin Kostal.

Curiosidade: O primeiro número musical do filme foi exatamente o último a ser rodado pelo elenco enquanto estava na Europa.

“Moulin Rouge” (Moulin Rouge!, Austrália/EUA, 2001)
Vencedor do Oscar de Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino, o musical de Baz Luhrmann tem roteiro inspirado em três óperas: “La bohème”, de Giacomo Puccini, “La traviata”, de Giuseppe Verdi, e “Orphée aux enfers”, de Jacques Offenbach. No enredo, Christian (Ewan McGregor) é um jovem escritor que se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do cabaré Moulin Rouge.

Curiosidade: “Moulin Rouge” foi o primeiro musical em 23 anos a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme.

“Chicago” (Chicago, EUA, 2002)
Com coreografias e direção de Rob Marshall, o longa que arrebatou um Oscar de Melhor Filme foi baseado em uma peça musical de mesmo nome. Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago e, ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama dela cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz.

Curiosidade: O Oscar de “Chicago” é visto como um marco no “renascimento” do gênero musical em Hollywood.

“Mamma Mia!” (Mamma Mia!, EUA/Reino Unido/Alemanha, 2008)
Inspirado nas músicas do grupo ABBA, o filme se passa numa ilha grega, onde mora Sophie (Amanda Seyfried), que está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para três antigos namorados da sua mãe, Donna (Meryl Streep). Eles viajam de diferentes partes do mundo, dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas.

Curiosidade: A produção teve a maior abertura de um musical na história, arrecadando US$ 27,6 milhões no fim de semana de estreia nos Estados Unidos.


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