Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

A primeira carta ao Papai Noel

Outro dia, ele era um bebezinho. Hoje, já sabe ler e escrever. A cada conquista, os pais comemoram e sentem orgulho da evolução de seus filhos.


13/12/2016 às 12:38

 

FERNANDA TEIXEIRA

O Natal ainda não chegou, mas eu já ganhei o meu presente. Não foi do Papai Noel e não tem valor comercial. Meu filho Matheus, 5, escreveu sozinho a primeira carta ao “bom velhinho” e encheu a mamãe de orgulho e alegria.

No ano passado, eu escrevi a cartinha do jeito que meu pequeno pediu. No final, ele assinou o nome com suas próprias mãos e se sentiu muito feliz. E eu mais ainda.

Este ano, o gostinho foi muito especial. Quando o lembrei que iríamos escrever a carta, Matheus passou a me cobrar todos os dias. Até que sentamos juntos e ele decidiu o que pedir ao Papai Noel. A lista é pequena e inclui um brinquedo para ele e outro para a irmã, Letícia.

A satisfação de ver um filho ler e escrever é maravilhosa. Um filme passou na minha cabeça. Outro dia, ele era um bebezinho (toda mãe acha que o filho nunca cresce), aprendeu a andar, a falar, entrou na escola e, todos os dias, um aprendizado novo. O tempo passou, aliás, ele não para. Quando Matheus terminou a cartinha, eu o abracei, beijei e disse o quanto estava feliz por ele. Meu marido, mesmo distante (viajando a trabalho), disse que seus olhos se encheram de lágrima.

Pode deixar, Papai Noel, que eu me encarrego de providenciar os presentes do meu filho, pois a carta não chegará em suas mãos. Eu vou guardá-la numa caixa onde estão todas as recordações e conquistas dos meus pequenos. O mais importante: tudo estará registrado no meu coração.

Feliz Natal a todos!

 


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