Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020

Tal PAI, tal filho...


16/08/2016 às 19:28

Por Karlla Marinho:

Aqueles que conseguem buscar na memória tempos preciosos que tiverem na companhia do pai, são verdadeiros privilegiados. As brincadeiras de cavalinho, os passeios de mãos dada, o sorriso largo, o “bom dia” especial, com direito a barba espetando o rosto, aquele sentimento de proteção.

Dizem que as mulheres são mais apegas ao pai, aqui em casa, com a Helena e a Júlia, isso é bem verdade.

Às vezes fico até enciumada, confesso, rssss. Mas eu sei que essa presença, cuidado e parceria na criação e formação do caráter e intelecto das meninas, que ele (Rodrigo/pai das meninas) faz questão de manter, hoje em dia é cada vez mais raro.  A final, não basta ter o nome na certidão de nascimento, ou apenas manter a aparência de “família”. Para ser pai de verdade, é preciso ser presente e influenciar, de maneira POSITIVA, os filhos. E marcar positivamente os filhos é a parte mais difícil, é onde requer o maior esforço. Alguns casais que tentam manter a aparência de uma família feliz, mas na verdade transformam a casa em campo de batalha, ou mesmo levam uma vida promíscua e cheia de vícios acabam sendo um exemplo copiado pelos filhos que certamente sofrerão com problemas emocionais.

Nos Estados Unidos, mais de 20 milhões de crianças vivem em uma casa sem a presença física de um pai. Outros milhões têm pais que estão fisicamente presentes, mas emocionalmente ausente. 

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