APOIO

Clubes amazonenses e de todo o Brasil pedem 'socorro' de R$ 75 mil à CBF

O Iranduba é um dos times que mais dependerá do apoio, devido à falta de calendário. Amarildo Dutra, presidente do clube, analisa a situação

Lucas Henrique
31/03/2020 às 11:50.
Atualizado em 10/03/2022 às 10:22

(Foto: Reprodução / CBDEL)

A pandemia do Coronavírus tem causado estragos significativos no âmbito esportivo, se mesmo os clubes de maior estrutura financeira já admitem fazer contas para adequar os cofres à paralisação dos campeonatos nacionais, os menor poderio já fazem um pedido de ‘socorro’ à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No último domingo (29), através de conferência virtual, dirigentes de 56 times - até o momento -, decidiram assinar carta que faz série de reivindicações - a meta é chegar em 250 assinaturas -. Entre os pedidos realizados pelos times está uma mesada de 75 mil reais, durante dois meses, para que a crise no calendário seja amenizada. 

Dentre os clubes que já assinaram a carta até o momento, quatro são amazonenses: Fast, Manaus, Nacional e Iranduba. No entanto, o Hulk é o único que disputa apenas o estadual em 2020 e sofreria ainda mais com o restante do ano sem entrar nos gramados. O presidente do Verdão, Amarildo Dutra, comentou sobre a extrema importância do apelo ser acatado pela CBF.

“Os clubes pequenos precisam se unir, precisamos mostrar que também temos força. Sem calendário, sem receita, fica tudo muito difícil pra gente. A CBF precisa se manifestar a respeito disso. Ainda nesta quarta-feira vamos fazer outra reunião para decidir qual nosso próximo passo”, destacou o mandatário do Iranduba.

Além da mesada, os clubes também apelam pela isenção de taxas referentes à: inscrição de atletas, rescisões de contratos, taxa anual de clubes e outras taxas geralmente cobradas pelas Federações regionais e CBF. 

“A gente não tem como fazer muitos planos, pois não há previsão de nada. O clube fica engessado. É um momento complexo para nosso clube. É um momento novo para todos nós, o importante será a união. Já dispensei totalmente meus atletas, mas não houve rescisão de contrato ainda. Precisamos aguardar”, concluiu o preocupado presidente, que sabe dos grandes desafios impostos pela paralisação do futebol.

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