Segunda-feira, 25 de Maio de 2020
PRECAUÇÃO

Comerciantes cedem máscaras cirúrgicas para clientes em Manaus

Visando a prevenção dos clientes e funcionários, donos de barracas da feirinha da Eduardo Ribeiro passaram a disponibilizar máscaras e uso de álcool em gel para frequentadores do local



mascaras_1_20F47956-F61E-428B-B2F6-C475F8A4B445.JPG Foto: Aguilar Abecassis
15/03/2020 às 16:43

O temor pelo Coronavírus não afastou o público consumidor da feirinha da avenida Eduardo Ribeiro, que reúne milhares de pessoas sempre nas manhãs de domingo. No entanto, a preocupação estava “estampada” no rosto de pessoas como a supervisora de vendas Dariane Garcez, 40, presente à feira com colegas e saboreando um gostoso café regional: ela usava uma máscara cirúrgica descartável cedida na própria barraca em que estava se alimentando.

Ela comentou que a utilização da máscara se deveu, além da presença de muitos turistas na área da feira, também por estar um “pouco gripada e ser necessária prevenção”.



“Se todo mundo fizesse a sua parte muita coisa se resolveria e muitas pessoas evitariam a doença. Hoje em dia as coisas não estão fáceis e qualquer coisa se alastra muito rápido. Como eu trabalho direto com o público, eu tenho precaução”, destaca ela, que diz ter ficado “bastante preocupada” com a divulgação do primeiro caso no Amazonas.


Foto: Aguilar Abecassis

“Ficamos pensando no que pode acontecer agora. Do nada as coisas acontecem. Até falei para a minha família ter segurança”, acrescenta Dariane, que diz sempre frequentar a Feirinha da Eduardo Ribeiro. 

Segundo o proprietário da barraca, o comerciante Erivan da Silva de Oliveira, 35, o local oferece máscaras para o público e funcionários desde a feira da semana passada, se antececendo ao primeiro caso.

“Decidimos distribuir essas máscaras para os nossos clientes por conta da prevenção e segurança das pessoas que vêm comer, para evitar a proliferação das bactérias desse vírus que está espalhado por aí. Nós fazemos a nossa parte, e cabe do cliente querer usar ou não”, esclarece ele, que comanda cinco funcionários.

A chapeira Nayla Alfaia, 28, era uma das funcionárias dele que usavam as máscaras cirúrgicas. Para ela, “trabalhar de máscara representava uma prevenção tanto para ela quanto para os clientes que vêm aqui na barraca; e também usamos álcool em gel”.

Repórter de A Crítica

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