Segunda-feira, 27 de Setembro de 2021
Vacinação

‘Foi uma sensação de dever cumprido’, diz biotecnóloga de 33 anos após vacinação

Pessoas de 32 anos já estão tomando a vacina a partir desta sexta-feira, em Manaus



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25/06/2021 às 10:56

“Foi uma sensação de alívio e dever cumprido, estava aguardando por bastante tempo”. A declaração é da biotecnóloga Daiana Flores, 33, que tomou a 1ª dose da vacina contra Coronavírus após início da vacinação do público a partir de 32 anos em Manaus, nessa sexta-feira (25).

Flores vacinou-se no Clube do Trabalhador do Sesi, situado na avenida Cosme Ferreira, bairro São José Operário, na Zona Leste da capital. Ela afirmou, também, que se sente bem ao saber que estará protegendo a si, à família e às pessoas com as quais interagir. “Como cientista, me sinto bastante contente e confiante”, afirmou.

O cunhado dela faleceu no início deste ano em decorrência de Covid-19. A biotecnóloga se deslocou do bairro Tancredo Neves até o Clube do Trabalhador do Sesi. “Quem, principalmente, não tomou a 2ª dose, venha fazê-lo, porque sua imunização não está completa. Se você não vier se vacinar, estará desperdiçando uma dose de quem poderia estar aproveitando”.

O vigilante patrimonial Kaio César, 33, trabalha há oito anos na área e teve que trabalhar fora de casa durante todo o período da pandemia. Ele relatou que estava ansioso para receber a imunização e que se sentiu apreensivo durante os picos de pandemia na capital.

“Às vezes revistamos muitas pessoas nas fábricas. É uma preocupação que eu tinha, a gente acaba correndo risco. Na área em que eu trabalho, quando todo mundo vai para casa, a gente tem que assumir os locais que precisam de segurança”, afirmou.

A vendedora Fabiana da Costa Pinheiro, 35, conversou com a equipe de reportagem instantes antes de ser vacinada no Studio 5 Centro de Convenções, localizado na avenida general Rodrigo Octávio, no bairro Distrito Industrial 1. Um tio dela faleceu em decorrência de Covid-19. “Tô ansiosa, nervosa. Meu sentimento é de gratidão. Pude ficar em casa durante quase 30 dias, foi um período bem conturbado, psicologicamente”. Ela se deslocou do bairro São José Operário até o local de vacinação.

O auxiliar de almoxarifado Izequiel de Jesus Moraes, 33, logo após ser vacinado no Clube do Trabalhador do Sesi, afirmou que é preciso manter as precauções preventivas mesmo após a vacinação. “Saí do Petrópolis. A espera foi rápida, no máximo uns quarenta minutos, talvez nem isso. O sentimento é um misto de alívio com a sensação de proteção”, disse.

Os postos de vacinação funcionam até as 16h, sem intervalo.



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Repórter de A Crítica
Jornalista graduado no Centro Universitário do Norte (UniNorte), que busca trazer um pouco de storytelling a todos os aspectos da vida, principalmente aos textos que levam sua assinatura.

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