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Cotidiano
TECNOLOGIA

Startups se reunirão no maior evento de empreendedorismo digital da Região Norte

O Startup Jungle, divulgado nesta quinta-feira (15) em uma coletiva de imprensa, visa colocar diversas empresas iniciantes de tecnologia, as chamadas startups, em um cenário de imersão para acelerar seu desenvolvimento 16/09/2016 às 05:00
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Segundo a coordenadora do evento, Gláucia Campos, o processo pela qual as empresas passarão no hotel será baseado na troca de experiências (Foto: Aguilar Abecassis)
Lucas Jardim Manaus (AM)

“A Amazônia é um ativo global. O Brasil é dono, mas ela é global. Isso é lindo, mas precisa virar negócio”. Essa necessidade, apresentada por André Spinola, representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional, é a foco de um evento promovido pela seccional Amazonas da entidade no final deste mês, que visa colocar diversas empresas iniciantes de tecnologia, as chamadas startups, em um cenário de imersão para acelerar seu desenvolvimento.

O Startup Jungle, divulgado nesta quinta-feira (15) em uma coletiva de imprensa, se coloca como o maior evento de empreendedorismo digital da Região Norte, com 70 participantes selecionados dentre os 160 inscritos.

A limitação, segundo a coordenadora do evento, Gláucia Campos, foi justamente para que as startups escolhidas tivessem o melhor acompanhamento durante as atividades, que acontecerão entre os dias 23 e 25 de setembro.

“A gente quer que [as pessoas selecionadas] consigam acompanhar as metodologias, que são difíceis. Serão três dias de intenso trabalho”, destacou a coordenadora, apontando que quem ficou de fora, terá como acompanhar o evento (ver boxe).

O evento acontecerá no hotel de selva Amazon Jungle Palace. Segundo os organizadores, a ideia de imergir os participantes na floresta, além de ajudá-los a desenvolver suas ideias voltadas para tecnologias que utilizem o potencial da Amazônia e para a sustentabilidade de suas iniciativas, possibilita uma programação fechada com ritmo intenso: serão 12 palestras de convidados de destaque do setor, como o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

“A motivação [do evento] é tudo o que o Amazonas tem de importante economicamente e ambientalmente, que pode virar negócio e pode fazer o bem ao mesmo tempo. O Amazonas é o estado central da Amazônia e isso gera um sem número de oportunidades. [Além disso], os empreendedores das startups hoje são tipos de empreendedores que estão muito atentos a oportunidades de negócios que sejam ágeis, escaláveis e muito inovadoras. Então, a gente casou essas duas coisas para fazer o Startup Jungle no Amazonas, aproveitando essas oportunidades inerentes a Amazônia”, disse André.

O representante do Sebrae nacional informou também que startups nos mais diferentes estágios de desenvolvimento deverão participar das atividades e que a ideia é que a empreitada sirva para acelerar a entrada no mercado dessas empresas.

Por sua vez, Gláucia destacou que o processo pela qual as empresas passarão no hotel será baseado na troca de experiências, com os participantes recebendo mentorias e atividades, culminando com uma premiação no final do evento.

Outras iniciativas

Para quem ficou de fora, Gláucia Campos, destaca as iniciativas do Flash Sebrae, projeto do Sebrae Amazonas do qual é gestora, cujo site (www.flashsebrae.com.br) e página do Facebook postarão conteúdo relacionado ao Startup Jungle.

O Flash Sebrae, em seu estado atual, é uma iniciativa de pré-aceleração de startups, voltada para os empreendedores inovadores do Estado que necessitam aprimorar habilidades de gestão e desenvoltura empresarial neste novo segmento.

O sucesso de suas atividades, que incluem oficinas e workshops, têm destaque nacional, com André Spinola, do Sebrae nacional comentando que o programa torna o ramo local da entidade “um dos mais arrojados no relacionamentos com startups”. Quem tiver uma startup e continuar curioso sobre as atividades, pode contatar o Sebrae através do telefone 0800 570 0800.

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