Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
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'A putaria acabou', afirma prefeito interino de Coari sobre pagamento de professores

Em vídeo do encontro que teve com os professores na manhã desta sexta, Iranílson Medeiros diz que contratados pela gestão anterior que não ministraram aulas nas comunidades não vão receber


10/04/2015 às 20:52

VEJA AQUI O VÍDEO

Durante a manifestação de professores na manhã desta sexta-feira (10), o prefeito interino de Coari Iranílson Mediros (DEM) disse que "a putaria acabou", ao se referir ao pagamento de professores, que deveriam, mas que não deram aulas no interior. O prefeito também ressaltou os contratos de parte dos professores não foi celebrado na sua gestão.

"Quero dar um bom dia para vocês e dizer para vocês que o dinheiro do 13º (salário) está na conta de vocês a partir das 12 horas. Agora, aqueles que não foram pro interior, que não trabalharam, eu não vou pagar. Pode entrar na Justiça, porque não é justo", disse.

"Os que trabalharam receberam. Aqueles que não foram, não vou pagar. Mas, todos que foram trabalhar estão sendo pagos. Eu não vou aceitar isso nunca mais. Pode ter certeza disso. Eu tenho palavra. Sou um cara de caráter. Eu prometi pagar dia 10 e o dinheiro está na conta de vocês. Apesar de eu estar fazendo um sacrifício do cacete, porque não é um compromisso do Iran", afirmou.

"Agora, parece que tudo vocês querem jogar em cima da minha administração, porque eu sou um cara determinado. A partir de hoje, escute bem o que estou dizendo, acabou a putaria. Aquilo que eu combinar com vocês eu vou acertar. Eu não vou aceitar niguém com putaria pra cima de mim,  porque o buraco é mais embaixo", completou.

No início da noite desta sexta-feira, o advogado Elton Rodrigues voltou a afirmar que o 13º salário e salário referente ao mês de março de todos os professores de Coari, concursados e contratados, já foi pago. Por e-mail, ele enviou cópias de pagamentos efetuados por meio das verbas do Fundeb a 849 professores.

O representante da prefeitura disse que não há mais atrasos em pagamentos dos servidores e que estranha a movimentação no município. Ele credita aos vereadores do oposição uma tentativa de desestabilizar a gestão política e administrativa do município.

O professor Alex Alves, um dos líderes da manifestação, que terminou em confusão que a explosão de uma bomba em frente à casa de Iranílson Medeiros, por sua vez, disse que seu contrato é de dez meses com salário de R$ 1,8 mil e que recebeu apenas R$ 411 referente ao mês de março. Ele encaminhou cópia do seu extrato bancário com data desta sexta-feira, que aponta o recebimento de R$ 411.

Alex Alves também disse que não foram dadas as condições para que os professores chegassem às comunidades."Não havia como ir. Os catraieiros não foram pagos", afirmou.

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