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Alfabetização científica é base promissora para a carreira acadêmica, diz estudo

O estudo intitulado “Abordagem CTS e a Alfabetização Científica: implicações para as diretrizes do Programa Ciência na Escola” foi desenvolvido com apoio da Fapeam 16/02/2016 às 13:46
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A pesquisa se concentrou em entender como o PCE contribui para a formação de alunos
acritica.com ---

Com o apoio de governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o pesquisador Orleylson Cunha fez uma análise do Programa Ciência na Escola (PCE) da Fapeam e identificou que a participação no Programa é uma base promissora para uma carreira acadêmica.

“É possível afirmar que o PCE é uma das etapas para a iniciação do aluno no meio científico, fazendo com que se desenvolva entre os participantes o desejo para seguir na carreira acadêmica”, disse Orleylson Cunha.

O estudo intitulado “Abordagem CTS e a Alfabetização Científica: implicações para as diretrizes do Programa Ciência na Escola” foi desenvolvido com apoio da Fapeam no âmbito do Programa de Apoio à Pós-graduação (Posgrad) na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) com orientação do professor José Vicente Cruz Aguiar.

 A pesquisa se concentrou em entender como o PCE contribui para a formação de alunos alfabetizados cientificamente a partir dos projetos desenvolvidos nas escolas da cidade de Manaus, em 2014.

De acordo com o pesquisador, “O PCE se propõe levar aos alunos a alfabetização científica e, com isso, desenvolver a aptidão necessária para a participação do estudante no desenvolvimento científico e tecnológico em cenário regional”.

Alfabetização científica

O PCE é uma iniciativa pioneira do governo do Estado e de referência no País na pesquisa científica na educação básica. O programa quebra o paradigma da formação científica exclusivamente nas instituições científicas e de Ensino Superior e adentra as escolas dos ensinos Fundamental (6º ao 9º anos) e Médio como política pública de vanguarda que envolve professores e alunos da educação básica no universo da educação científica com a oferta de bolsas de estudo, formação continuada e elaboração de publicações de autoria dos professores e alunos participantes do programa.

Até 2015, nas 16 edições do PCE, foram investidos de R$ 22,9 milhões no Programa. Os recursos foram destinados ao apoio de mais de 1,8 mil projetos de pesquisa e concessão de 13,1 mil bolsas de estudos a professores e alunos. O governo do Estado via Fapeam está em fase de finalização de um novo edital para o Programa que deve ser lançado em breve.

 “O programa é uma ação fantástica ao universo científico, pois propicia ao aluno da educação básica esta aproximação com a ciência que, muitas vezes, parece distante da escola ou algo que deve ser conduzida somente por especialistas. Quando se vivencia isto em escola desde cedo, possivelmente pode-se despertar nos envolvidos o interesse em áreas que são consideradas importantes para o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia”, disse Orleylson Cunha.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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