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AM é incluído em programa do Ministério da Saúde para formação de médicos residentes

Montante de R$ 672 mil irá custear programas de qualificação em Pediatria para atuação no SUS; Instituto de Pediatria, Instituto Dona Lindu e Maternidade Moura Tapajós foram as unidades escolhidas para receber o dinheiro 25/10/2014 às 19:34
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Instituto da Mulher Dona Lindu, no Adrianópolis, foi uma das unidades beneficiadas
ACRITICA.COM Manaus (AM)

O Amazonas foi um dos 16 estados escolhidos para receber recursos do novo programa do Ministério da Saúde (MS) para formação de profissionais de residência médica no Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi publicada nesta sexta-feira (24), no Diário Oficial da União.

Do total de R$ 41 milhões, o Amazonas irá ficar com R$ 672 mil, que deverão custear projetos de formação na área de Pediatria. Segundo o documento, o Instituto de Pediatria e Ensino do Amazonas (Ipeam), o Instituto da Mulher Dona Lindu e a Maternidade Municipal Dr. Moura Tapajós, todos sob gestão da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), receberão o dinheiro.

As verbas fazem parte da Estratégia de Qualificação das Redes de Atenção à Saúde (RAS), que busca preencher a necessidade de médicos especialistas nos estados brasileiros. Na Região Norte, o estado do Amapá recebeu recursos para formação em Anestesiologia e Neonatalogia; o Pará, em Neurocirurgia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem; e o Tocantins, em Medicina da Família e Comunidade, Cirurgia Geral, Obstetrícia, Ginecologia, Ortopedia e Traumatologia. As áreas escolhidas são consideradas estratégicas para o serviço de saúde no país.

Os recursos virão tanto em forma de pagamento em parcela única quanto de incorporação ao limite financeiro dos estados beneficiados.

O Diário Oficial também mostra que o município de Fonte Boa, a 602 km de Manaus, voltou a receber recursos do MS, desta vez na área de Vigilância Sanitária, que haviam sido suspensos por irregularidades no cadastro do órgão federal. O documento, porém, não especifica o valor a ser repassado. Outros sete municípios em seis estados também conseguiram se regularizar junto ao Ministério.

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